quarta-feira, junho 17, 2009

O Primeiro carro a gente nunca esquece. Estávamos falando disso na lista de emails e vieram alguns relatos. E o teu primeiro carro, qual foi? Conta nos comments.


Solon Brochado
meu primeiro carro foi um Gurgel X12-TR, chassi e carroceria de fibra de vidro, mecânica de Brasília/Fusca, e o revolucionário sistema de travamento individual das rodas tracionadas. nunca tive medo de roubarem o dito cujo, ou seu rádio que nem toca-fitas tinha. na única vez em que bati com ele, bati bem de leve na traseira de um Voyage todo estropiado ao trocar de pista na Bento Gonçalves, saindo da PUCRS. ao contrário do Carajás, que foi o meu carro seguinte, não tenho muitas saudades dele, ainda que fosse um carro bem divertido de dirigir, especialmente em estradas de terra. (mais sobre Gurgel no excelente artigo do Solon: http://www.perestroika.com.br/2009/02/19/gente-que-foi-la-e-fez/ )

Mariella Taniguchi
meu primeiro carro foi um palio azul marinho, 4 portas, sem ar e sem direção. ele existiu até pouco tempo, deu pouca manutenção em toda sua vida e era guerreiro. nostalgia.

Larissa Magrisso
Voyage bordô com rodas douradas aqui. Desculpem humilhar...

Anna Martha
nosso primeiro carro foi o celta da Mirella. 

Emiliano Urbim
Meu primeiro e único carro foi um gol verde-Báli um ponto zero, o popular GV Bupz. Meu pai fez o favor de deixar ele estacionado na rua uma noite e de manhã ele não estava lá. Bah, se faz falta.

Sebastião Ribeiro
Meu primeiro carro foi um Gol azul?, roxo?, cor-de-burro-quando-foge?. Fui buscá-lo em São Sebastião do Caí porque era mais barato, dizia meu pai. Tinha apenas 12 mil quilômetro e descarga preparada - como se chama isso mesmo? Fazia VRUUUUMMM, VRUUUUMMM, VRUUUMMMM muito alto (só fui trocar o cano uns dois anos depois, quando meus ouvido não aguentavam mais). Levou o apelido de Chinki Winky, pela cor, e de Scooby, este mais popular, apesar de não se saber a origem. Valente, raçudo, potente, 1.6, costumava levar cinco atrás e dois na frente. Frequentou muitos as praias de SC e as ruas de Gramado.  

2 comentários:

Luísa Aranha Rodrigues disse...

eu lembro do gol... lembro de dirgirele na volta de uma festinha lá na Tati pq tu tava cansado até pra dirigir... hahahahah
só que não dá pra dizer que ele é cor de burro quando foge, pq burro não muda de cor ao fugir... A gente se acostumou a dizer isso e a frase não faz o menor sentindo... ela se origina de um dito antigo " corro de burro quando foge" pq o burro, ao se assustar fica violento... hahahahahahaha
Devo a foto da igreja mas uma hora eu prmeto tirar e te mandar...
bjinhos

Anônimo disse...

Santana prateado, 1.8, ano 1989. A álcool, mas transformado para gasolina. Ótimo carro. Roubado na frente de casa.
bjos
Rita