quarta-feira, março 04, 2009
terça-feira, março 03, 2009

segunda-feira, março 02, 2009
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
braços nem pernas. Um dia, Cotoco foi convidado para ir à praia com
seus amigos:
-Mas eu não sei nadar - falou Cotoco.
-Não tem problema, só vamos jogar futebol. Nós cuidamos de você.
-Tá certo,eu vou.
Na praia, depois de muito jogar, os amigos de cotoco foram pra casa e
esqueceram o pobre menino na areia.
Quando a praia já estava esvaziando, e a maré subindo, passou um bêbado passou e viu Cotoco
gritando por socorro.
Ao pegá-lo, colocou-o na água e falou:
-Vá tartaruguinha.Vá.
domingo, fevereiro 15, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
"Hoje 2o dia de Patagonia ja vimos o que eh um GLACIAR, o Perito Moreno. Eh uma coisa gigantesca, um absurdo, da uma ideia muito primitiva, assim era nosso Planeta quando comecou? Uma coisa linda, azul por dentro, o lago verde, as monta nhas em vlta, aquele branco imenso mais branco ainda por causa das nuvens que choviscavam gelado nas bochechas mas nao importa, isso eh lindo demais. Eu e a Cris ate agora nos dando suuuperbem, conseguindo rir nos momentos mais dificeis quando preciso. Amanha vamos para El Chalten onde esta o Fitz Roy, ai faremos um trekking de 3 dias acampando, mas todos dizem q eh barbada, que eh pequeno e cheio de gente aih.Dia 14 partimos para a grande jornada, Torres del Paine, onde caminharemos com as barraca nas costas durante 7 dias, em nome das paisagens mais fantasticas que existem.
Mandem emails vcs tambem, contando as novidades, ok?"
Acho que fui meio bruto na resposta:
"Não mando novidades para ípies. Odeio ípies."
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
domingo, fevereiro 01, 2009
João Pedro era ranhento, a cara sempre borrada de preto, mistura de ranho e terra amealhada no pátio de casa, nas caixas de areia, no barranco do Ipa. Andava todo esfarrapado, molambento, de camiseta branca, sempre suja, às vezes rasgada. Tinha tudo para ser uma criança linda, loirinho, bonitinho, mas também não calhava de pentear o cabelo. E era bagaceiro que só.
Morava numa casa rodeada por um baita muro lá na rua Silveiro, altos do morro Santa Tereza. O pátio tinha um cachorrão e mais desafios que um campo de paintball, ao menos lá de baixo, de onde as crianças viam tudo, assim parecia. Na varanda, havia um alvo onde adorávamos jogar dardos, brincadeira de gente grande. Não lembro bem, mas acho que a família dele era meio bagunçada, de uma bagunça comovente. Pelo menos o irmão mais velho, o João Cláudio, colega do Bento, era um cara atrapalhado.
João Pedro estudou comigo na pré-escola. Vivíamos juntos. Até que deixamos o IPA para começar a primeira série. Cada um para o seu lado, paramos de se ver, de se telefonar. Eu fui para o Aplicação e ele não lembro. Só sei que uns anos depois estudou no Instituto de Educação, ao lado do meu colégio. Às vezes passava pelo nosso pátio. Quando o via, eu corria para a tela que cercava a cancha de futebol. Conversávamos como amigos que jamais tinham se separado. Mas não trocávamos telefonemas nem nada.
Nunca esqueci o João Pedro. Quando meu filho nasceu, quis batizá-lo com o nome do meu colega. A Rafa achou melhor não, o guri já ia ter muito sobrenome. Ficou só João mesmo, o único entre todos os nomes do mundo que agradava a nós dois. Há uns anos, o Bento contou-me que uma ex-namorada dele disse que era colega do meu velho companheiro na faculdade de medicina. Deve ser médico, o João Pedro. Decerto já sabe assoar o nariz. Ao menos para entrar na sala de cirurgia.
P.S.: se alguém sabe dele, comenta aí embaixo.
+++
O texto acima é o segundo da série perfis. O primeiro saiu em janeiro de 2006 – há três anos! Para quem não lembra, segue:
Winnie
Winnie tinha seis anos e cabelos angelicais. Era um doce de criança, um narizinho de batata misturado com ricos cachinhos louros. Morava com a mãe, a tia e a avó - todas muito insanas e muito bacanas - em um sobrado de classe média em um bairro de classe alta de Niterói. Era prima da minha então namorada Rebeca, com a família de quem passávamos uns dias no litoral carioca.
Foi me ver e Winnie se apaixonou por mim. Acho que com ela aprendi a gostar de crianças. Por causa dela, me dei conta que eu então já era um tio para a piazada. Pela primeira vez, estava mais para pai do que para irmão.
Não lembro bem como ela gostava de mim, as coisas que dizia. Sei que estava sempre às voltas, me convidava para brincar de boneca, pulava no colo, conversava, conversava, conversava e fazia bagunça na praia. Eu a levava para tomar banho de mar, ameaçava deixá-la sozinha no fundão. Ela andava na minha garupa na areia. Eu perguntava sobre bonecas e sobre brinquedos e fazia esforço para educá-la.
De repente, aquela menina, cujo súbito amor por mim impressionou a todos, passou a me odiar. Ódio mortal. Por nada. A família não entendeu. Eu tampouco. Fiquei muito constrangido, porque parecia que eu tinha maltratado o anjinho às escondidas. E não havia jeito de reconquistar a guriazinha. Quando fomos embora e ela tinha de voltar para o seu quarto - de onde temporariamente foi desalojada para dar lugar aos hóspedes - se negou.
- Só volto se alguém passar um aspirador pra tirar vermes deste quarto - disse no seu adorável sotaque carioca, externando todo o nojo que passou a nutrir por mim.
Nunca mais via a Winnie. Final do ano passado, me mostraram uma foto dela na formatura da Rebeca. Uma linda mulher de 16 anos, com um chapéu de caubói, e fazendo pose de sem-vergonha. Adorável e perigosa Winnie.
Com o João, aprendi o real sentido da palavra inocência. Meu filho é a primeira pessoa que conheci totalmente isenta de culpa. Dele, eu tudo relevo, tudo perdoo. Até as ofensas mais ignóbeis, como mijar no papai, lançar um jato de cocô na roupa da mãe ou abrir o berreiro no meio do último capítulo d'A Favorita. Alguém pode dizer: que coisa óbvia! Mas uma coisa é saber como funcionam as coisas; outra é experimentá-las. Certamente a palavra inocência tem um significado diferente para nós, pais e mães, do que para o resto do mundo.
Meu filho não tem culpa de nada. Está com fome? Culpa da mãe, que não ofereceu a teta. Arranhou-se com as prórias unhas? Culpa do pai, que não ficou de olho. Foi picado por mosquitos? Culpa nossa, que não o cobrimos. Creio que é dessa inculpabilidade da criança que advém o sentimento de escravidão na nossa relação com os filhos. Qual o pai que não se surpreendeu ao se ver, pela primeira vez, escravo de uma coisinha de apenas 4 quilos (o João já tem seis) e poucos dias de vida?
No fundo, até isso é culpa nossa.
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Mais uma coisinha: como sei que as gurias são abobadas por mim, mando uma fotita. Pero no se olvidem, chicas: no me acosen. Por ahora soy de mi mamá. Hablamos en unos años. Besitos, Juan.
terça-feira, janeiro 27, 2009
sexta-feira, janeiro 23, 2009
http://br.youtube.com/watch?v=GG55Ze_Dj20
A propósito. O vídeo suscitou uma série de reações controversas. Constrangimento, pena, hilariedade, solidariedade, simpatia. Mas acho que a melhor análise foi a do Tiago Ritter.
"se a gente assiste a um alemao, russo ou japones tentando falar portugues e se atrapalhando todo nas palavras, a gente fica comovido e acha legal o esforço da pessoa em falar o nosso idioma. acha bonitinho. é isso, também, que eu acho dessa entrevista. tá longe de eu morrer de rir. simpatizei mais ainda com o esforço do neguinho que mal sabe falar português, tentando falar o ingrêis. e sim, to meio poliana hoje."
Quer dizer, eu acho que esta manifestação é do Tiago, mas posso ter me atrapalhado em meio às montanhas de e-mails. Até porque as palavras não estão condizendo muito com a pessoa.
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Se vocês não sabem, o que eu mais gosto neste mundo é de gente. Por isso, adoro fazer perfis. Segue o de hoje.
+++
A cruzada por uma pecuária moderna
Sebastião Ribeiro
Se tem algo que tira o veterinário Rafael Saadi do sério é a produtividade da pecuária gaúcha. Descendente de uma das mais tradicionais famílias de fazendeiros do Estado, o proprietário de três estabelecimentos rurais tem dedicado os últimos cinco anos a uma cruzada pessoal para disseminar técnicas que garantam mais eficiência na produção de gado.
_ A produtividade da pecuária gaúcha é de 50 quilos (vivos) por hectare, só que todo mundo tem vergonha de falar isso! Mas tudo bem, nem vamos entrar nessa polêmica. Vamos assumir os números oficiais, que são de 75 quilos por hectare (dados do Programa Juntos para Competir). Nós podemos passar disso para mais de 1 mil quilos por hectare apenas com fertilização do solo, manejo do gado e uso adequado das forrageiras _ brada Saadi, alguns tons de voz acima do que a conversa a dois em seu pequeno escritório na Capital sugere.
Quem conhece o produtor certamente já ouviu esse discurso, repetido sempre em palestras e reuniões de amigos. Recentemente, no entanto, a tese de Saadi ganhou força junto ao governo do Estado. Em entrevista a Zero Hora, o secretário do Desenvolvimento, Mateus Bandeira, citou o produtor rural como exemplo de que a pecuária gaúcha pode evoluir. Estimativa da secretaria, com base em dados da Fundação de Economia Estatística dão conta de que, se a produtividade da pecuária gaúcha quadriplicasse, o impacto positivo no Produto Interno Bruto estadual seria de R$ 12,8 bilhões. A convicção dos técnicos de que esses números são possíveis é reforçada pela experiências de Saadi, já relatadas pelo produtor a um grupo de secretários e membros do primeiro escalão do Palácio Piratini. Em cinco anos, desde que começou um projeto de modernização das técnicas na menor de suas propriedades, a Fazenda Cerquinha, de 530 hectares, em Vacaria, a produtividade saltou de menos de cem quilos de boi por hectare para 583 quilos. Esse resultado é exaltado em palestras que o pecuarista costuma dar em clubes de produtores, sindicatos rurais e outras associações.
_ O meu interesse é incentivar os produtores do Estado a deixar de serem como eu mesmo era, quando preferia comprar campo do vizinho, em vez de investir mais na minha área. Com essa mentalidade, estamos morrendo aos poucos. E todos temos responsabilidade por isso _ desabafa Saadi.
O escritório do produtor rural fica em uma casa modesta de madeira, escondida feito fortaleza atrás de um muro alto com câmera de vigilância. A simplicidade do local contrasta com os modos elegantes e a gravata bem alinhada do encarregado que abre a porta. Postado atrás de um mini laptop e defronte a uma grande televisão, Saadi consulta com frequência o livro que publicou ano passado detalhando o sistema de produção que propõe. Atrás do produtor, um quadro do início do século passado mostra a paisagem da fazenda Três Marias, do avô, em Bom Jesus: um rebanho à beira do açude, tendo um capão de mato com araucárias ao fundo. É a vista da sede da propriedade, a primeira a ter luz elétrica na região, antes mesmo das cidades. O fazendeiro, no entanto, garante que suas propostas não são apenas para a elite rural da qual faz parte.
_ Pelo contrário. São melhores para a pequena propriedade, para os assentamentos de reforma agrária. O pequeno produtor pode usar o dejeto do do suíno ou do frango que cria para fertilizar o solo. E pode semear a pastagem e manejar o gado sozinho _ afirma Saadi.
A convicção de que é possível multiplicar a produtividade gaúcha e chegar aos 1 mil hectares, o produtor tira de suas viagens periódicas ao Exterior. Mesmo quando vai acompanhado da família _ é casado e tem cinco filhas _, Saadi diz aproveitar os roteiros para aprender, visitando fazendas em outros países. Seu modelo ideal é a Nova Zelândia, que teria características semelhantes ao Rio Grande do Sul, e ostenta produtividade de 1 mil quilos de boi por hectare ao ano. Na Fazenda Cerquinha, o produtor pretende chegar a essa marca em 2010.
Saadi fala como um sonhador. Seu sonho ultrapassa as porteiras das próprias terras. Tem algo de transcendental, que fica mais fácil de entender ao se ouvir uma passagem de sua vida.
_ Aos 18 anos, eu tencionava tirar física nuclear nos Estados Unidos. Porque, como homem do campo, quando me deitava na relva à noite e olhava o firmamento, me dava conta da pequenez da gente diante do universo. E o átomo tem as mesmas forças de atração e repulsão do universo. Mas, por pressão da família, terminei tirando medicina veterinária em Porto Alegre.
Se desistiu de lidar com as forças do átomo, Saadi não cansa de desafiar a inércia da pecuária gaúcha. Para muitos, suas propostas não passam de utopia. A diferença é que agora ganham chance de virar realidade e extrapolar as porteiras das fazendas administradas pelo pecuarista. Podem compor um programa estadual de aumento da produtividade da atividade mais tradicional da economia gaúcha, em gestação na Secretaria do Planejamento.
quinta-feira, janeiro 15, 2009
Pedro Repórter-e-gato Bial tinha um programa de entrevistas na GloboNews. Entrevistando o João Ubaldo Ribeiro, ele tascou, jurando que ia arrasar:
"Poeta, o Brasil dói?"
E o poeta respondeu:
"Não entendi a pergunta, meu filho."
Em tempo: peçam pro Rodrigo contar ao vivo, é bem melhor.
sábado, janeiro 10, 2009
Me diverti vendo a Playboy da Vanusa Spindler. Quer ver todas as outras? http://www.perguntascretinas.com.br/todas-as-playboys-2008/
sexta-feira, janeiro 09, 2009
ver
descrever
escrever
descrer
Nossa, vocês não têm idéia como o joguinho acima faz sentido na minha vidinha de jornalista.
quinta-feira, janeiro 08, 2009
quarta-feira, janeiro 07, 2009
domingo, dezembro 28, 2008
sexta-feira, dezembro 19, 2008
+++
Ok, não vou ser malvado. Sufganiots são sonhinhos. Os que ganhei, de doce de leite e creme. Imperdíveis. Melhores que os sonhos Girassol.
quinta-feira, dezembro 18, 2008
terça-feira, dezembro 16, 2008
quinta-feira, dezembro 11, 2008
FULANA diz:
remedinhos pra emagrecerFULANA diz:
consegue pra mim?sebastiao diz:
ai, sebastião, olha só, eu preciso que tu me massageie o ego, eu estou carente, sabe?, e vou pedir remédios pra emagrecer pra tu dizer que eu estou esbelta e esguiaFULANA diz:
q bobagemFULANA diz:
nao eh pra eu emagrecerFULANA diz:
eh pra ficar ligada e acordadinhaFULANA diz:
entendeu?sebastiao diz:
ah, simsebastiao diz:
eh que eu nao sou da tua geração. no meu tempo quem queria ficar ligado tomava café, e não ritalinaFULANA diz:
KKKKKKKKKKKKKKKKFULANA diz:
pq eu preciso ter menos sonoFULANA diz:
eu gosto da loucurinhaFULANA diz:
mas ng quer me vendersebastiao diz:
vou botar este papo no blogui omitindo teu nomeFULANA diz:
mmmmm..... tá bemsábado, dezembro 06, 2008
- A senhora faz iogurte em casa? - perguntou o guri.
- É, tenho aqueles bichinhos que a gente vai trocando o leite de tempos em tempos e eles vão se multiplicando - ensinou a amiga da Ciarelli.
Todo curioso, o piá não resistiu:
- A senhora me consegue um casalzinho?
terça-feira, dezembro 02, 2008
sábado, novembro 29, 2008
O ano era 1996. Eu e colegas do terceiro ano do Alpicação, que excursionávamos por Buenos Aires, íamos a um jogo de Racing e Arg. Jrs, em Avellaneda. Entrei no táxi para o estádio com a camiseta do Grêmio, e o taxista mandou-me trocar, porque não seria seguro ir com o uniforme de um time brasileiro. Obedeci. Assistimos ao jogo, um tenebroso 0X0, com direito a briga nas arquibancadas, tiro e morte na saída da partida. Deu na TV e tudo. Adivinha que camiseta usava o líder da torcida do racing, o rei dos barra-bravas, o cabeludo que a todos comandava e deu o start à pancadaria? A do tricolor gaúcho. Pura verdade.
sexta-feira, novembro 28, 2008
Quando um ser humano do sexo feminino vem ao mundo, seu cérebro já traz um vocabulário secreto que só se desenvolve com a maternidade. É engravidar e a mulher começa a falar uma língua diferente, composta de palavras tão estranhas quanto linha nigra (a listra que aparece na barriga com a gestação) e que você não sabe como, nem onde aprendeu. E nem vai saber – ela não aprendeu: nasceu sabendo.
E não apenas isso: aflora na gestante uma nova noção de tempo. De uma hora para outra, sua mulher, que pensava que 2,5 semanas eram duas semanas e cinco dias, passa a calcular com perfeição qualquer intervalo com a unidade semana. Quase que um convite para almoço amanhã vira "amor, vamos almoçar daqui a um sétimo de semana?" e "daqui a dois anos" vira "daqui a 112 semanas". Claro, a gestante sempre tem na ponta da língua quantas semanas acumula de gestação. As gurias sempre me perguntavam:
- Com quanto tá a Rafa de gravidez?
- Três meses, mais ou menos.
- Mas quantas semanas.
- Sei lá, faz a conta, mulher. Só sei que fabricamos dia 7 de março.
Voltando ao vocabulário feminino, ele se mostra ainda mais rico quando nasce o bebê. Sua mulher e as médicas e as avós começam a falar outra língua. E você, pobre pai, tem de ter um dicionário de português e outro de inglês e outro de medicina para entender. Para facilitar o ingresso dos homens nesse novo mundo, deixo aqui um glossário, que pode ser enriquecido com comments. Afinal, como diz meu amigo e papai Filipe Maia, este blógui tem de ser relevante.
Coto: anagrama de toco; o toco do umbigo, enquanto já cortado e ainda não caído.
Mecônio: os primeiros cocôs do recém-nascido. Gosma escura e grudenta, parece doce de ameixa. Sai nos primeiros dois dias, dando lugar ao cocô erva-mate e ao cocô molho de maracujá, respectivamente, nos dias subseqüentes.
Tampão: tampa grande, decerto. Primeira parte do corpo feminino que rompe antes do nascimento do bebê. Os sintomas são vazamento de borra marrom e sangue aguado. Após esse rompimento, ainda pode levar dias para o parto. A gente ouve falar de bolsa, útero, contrações, etc... Mas, antes de tudo, há o tampão, quem diria!
Colostro: o leite que não é leite que sai nos primeiros dias. Precioso em conferir defesas imunológicas ao bebê. Aguado após o nascimento. Igual a cheddar antes dele.
Nan: marca registrada. Alimento infantil da Nestlé que virou sinônimo para qualquer complemento alimentar. Não hesite em dar Nan em copinho de cachaça se seu pobre filho é glutão e não se satisfaz com o colostro. Fará bem aos seus ouvidos (e a seu sono)
Concha: armadura de plástico para a teta, ops, para o seio da mamãe. Protege a mamica, ops, o mamilo contra fissuras, e o parceiro da mãe contra jatos de leite. Pode vir com reservatório para leite materno.
Mijão: sim, o seu filho também é um mijão, ainda mais quando está trocando as fraldas e brinca de chafariz. Mas a palavra também indica a calça ou ceroula do bebê.
Tip-top: desse eu já tinha ouvido falar. Espécie de macacão, a roupa ideal para o bebê. Peça única fechada por botões. Tenha muitos destes.
Bóri: certo que é body, mas, para ser in, a gente tem que falar bóri, com erre. Espécie de camiseta de algodão macio que pode ir debaixo do tip-top.
Cuero: coberta de algodão ou lã para cobrir o bebê (e para que mais serviriam as cobertas)? Um dia deve ter sido de couro.
Alucinar a teta: é o que seu filho faz quando fica mordendo o ar, a roupa e seu dedo imaginando que se trata do seio. Mais detalhes, pergunte para a Melanie Klein. Ou para a minha irmã mesmo.
Bebê-conforto: pequeno berço desconfortável para levar o bebê no carro ou na rua. Evolução do moisés, agora impermeável, para ser largado no rio sem molhar o Moisés.
Sling: faixa que se usa atravessada no tórax para carregar o bebê junto ao corpo. Muito na moda, embora pareça coisa de ípi (hippie).
domingo, novembro 23, 2008
+++
Tentarei explicar o inexplicável, relatar os sentimentos que acometem um pai de primeira viagem quando nasce o filho, o que se passou antes e depois das 23h39min do dia 17 de novembro de 2008, quando o João Ritter Com Dois Tês dos Santos de Araujo Sem Acento Ribeiro veio ao mundo.
+++
Dos fatos: na sexta e no sábado a Rafa submeteu-se a duas ecografias para verificar se, digamos assim, um ‘vazamento’ percebido não era de líquido amniótico, o que precipitaria uma cesariana. Não era. Ao ouvir o diagnóstico da médica, a Ana Lúcia Letti Muller Recomendamos, minha mulher descobriu de uma só vez que possuía um tampão e que ele havia rompido. O parto poderia demorar alguns dias.
No sábado, entretanto, começaram as contrações. Leves e a cada 30 minutos, moderadas e a cada 20, fortes e a cada 10, insuportáveis e a cada 4. Esse último nível, já na manhã de segunda-feira, quando fomos ao hospital. No centro obstétrico, uma máquina foi ligada à Rafa para medir o ritmo e a intensidade das contrações. Imediatamente, de inopino, as insuportáveis e a cada 4 minutos ficaram moderadas e a cada 15, pelo menos até o aparelho ser desligado. Meu pai disse que é como chamar um técnico para ver a TV e, quando ele chega, o aparelho está funcionando perfeitamente. A Rafa foi mandada de volta para casa.
+++
A tarde foi insuportável para a minha pobre mulher. O dilema era o seguinte. As contrações estavam horríveis, mas o bebê só tinha 37 semanas, enquanto o ideal são 40 para nascer. Havia uma remota possibilidade de o pulmãozinho ainda não estar formado 100%, e o João ter de ficar na incubadeira, feito pinto. Mas, com o ritmo voltando para insuportáveis e a cada 4, conversamos com a médica e tomamos uma decisão: o João estava pedindo para sair - de parto normal ou cesariana, era hora de ele nascer.
+++
A decisão me trouxe um alívio e uma alegria serena. Como minutos antes de meu casamento. Com calma, saí do apartamento dos pais da Rafa, onde meu pai já tomava um uísque para se tranqüilizar e nossas mães prestavam apoio à parturiente, e vim até minha casa. Peguei nossa mala e a bolsa do João, que já estava pronta, e tranquilamente, tomei um banho. Busquei a Rafa e rumamos para o Hospital. Às 21h estávamos no Moinhos.
+++
Desde o início da gravidez, que agora vira gestação, assim como dar de mamá vira amamentação, tenho procurado ser um pai participativo. Diz que é moderno participar. Mas eles, médicos, que não deixam muito. O pai não pode acompanhar o primeiro exame no Centro Obstétrico e nem o começo da cesárea.
+++
Até eu entrar no vestiário onde deveria tirar a roupa e vestir o camisolão verde, estava tranqüilo. Só ali, sozinho, me dei conta de que alguma coisa realmente importante aconteceria. É como se tudo o que se passara na minha vida estivesse virando passado. De uma hora para a outra. Alguma coisa nova estava chegando para mudar tudo para sempre. Neste momento, olhei para o banheiro e pensei em quantos pais já haviam se utilizado dos serviços daquela privada. Se eu me caguei? Literalmente.
+++
Paramentado, de camisolão, touca, protetor de pés e máscara, fui para a sala dos médicos. Na Globo, passava um filme brasileiro, no qual, por coincidência, um bebê era deixado em frente a uma igreja. Na sala de parto, a Rafa era anestesiada. Ainda bem que a pediatra, Rejane Schmitz Sei Lá Como Escreve Mas É Um Anjo Recomendamos, ficou um pouco comigo. Ela mesma levou-me até o local do procedimento. Encontrei a minha mulher muito enjoada, e as médicas pingando suor de tanto forcejar a barriga. Passaram-se instantes até, de repente, uma delas abrir a cortina e aparecer aquele pedacinho de carne já quase chorando. Colocaram-no, ainda gosmento, sobre a Rafa, que o beijava feito bicho. Não derramou uma lágrima. Nem eu. Ainda iria demorar para eu me emocionar.
+++
Levaram o João para uma sala contígua. Fui junto. Ainda bem que tinha visto Discovery Home and Health e descoberto que bebês ficam roxos logo que nascem. Caso contrário, teria sido um pavor. Viraram e reviraram o João. Quando me dei por conta, ele era um pacotinho em minhas mãos. Peguei-o como achava que um pai deveria pegar uma criança. Sem medo, com firmeza e determinação. Sem fraquejar, eu só queria ser o que se espera de um pai. Tinha um papel e tinha de cumpri-lo a contento. Ponto.
+++
Os primeiros momentos de um bebê são do pai. É ele quem o acompanha, quem o pega, quem o assume, quem tem o controle. Ao menos nos casos de cesárea, em que a mulher está sendo costurada. Com o João no colo, dei-me conta que naquele momento o poder era meu; o poder de decidir o que fazer com ele – levá-lo para a mãe ou para a família? Deixei-o nos peitos da Rafa e corri para fazer um sinal de OK para os tios e avós que aguardavam atrás do vidro do Centro Obstétrico. Voltei à sala de cirurgia, para ficar com a Rafa e meu filho. Espiei por sobre a cortina que separa a cabeça da barriga da mãe e vi coisas que fariam muitos desmaiarem. Descobri que sou forte para isso.
+++
Como disse, os primeiros momentos de um bebê são do pai. Fui eu quem decidiu a hora e levá-lo para o forninho, digo, berço aquecido; foi minha a primeira mão que ele segurou. Acompanhei a pediatra manipulá-lo feito um pedaço de trapo. Vi meu guri levantar a cabeça ao sentir-se sufocado quando de bruços e dependurar-se como macaquinho nos dedos da enfermeira. Descobri ao mesmo tempo que o João tinha Apgar “nove e nove” e que Apgar era um teste para ver reflexos e condições do bebê ao nascer.
+++
Mas o sonho dos primeiros minutos é efêmero. Uma ilusão que se esvai no exato momento em que põem o garoto na teta da mãe. A boquinha que nunca sentiu um seio vai direto no mamilo e suga como se sempre antes. Nesta justa hora, o pai descobre que é ninguém. A vida do filho será teta e teta. Resta a mim, resta a nós, pais, fazê-lo arrotar.
+++
Os momentos no quarto do hospital são malucos. Pela primeira vez na minha vida, a sensação de sonho e realidade se inverteram. Prestes a cair no sono, sentia que voltaria ao mundo ao qual estava familiarizado do sonho e, ao mesmo tempo, abandonaria o mundo mágico que estava vivendo acordado. A realidade era muito mais fantástica do que qualquer sonho. E isso não é figura de linguagem nem metáfora. Realmente, tinha medo de dormir e interromper um sonho que dava vontade de sonhar.
Em que momento eu me senti pai? Sei direitinho quando foi. Tínhamos, os três, passado a noite no quarto. As primeiras visitas da terça-feira já haviam aparecido. A primeira delas, o Dr Flávio Prenna, médico amigo da família, que às 8h me explicou que pouco a pouco os humanos vão abandonar o reflexo primitivo de se dependurar nos dedos das enfermeiras feito macaquinhos em galhos da floresta. A seguir, chegaram alguns familiares, amigos, todos bem-vindos. Em um determinado momento, no entanto, me vi sozinho no quarto com o João. A Rafa no banheiro, provavelmente. Coloquei o guri no meu colo, sentei na poltrona e apenas olhei. A boca, a bochecha, os olhinhos, a orelha. Me pus a chorar e descobri que olhar para aquele rostinho me faria para sempre feliz. E cada vez que paro para observá-lo me vem a mesma paz e o mesmo amor.
sábado, novembro 22, 2008
sexta-feira, novembro 14, 2008
quinta-feira, novembro 13, 2008
sexta-feira, novembro 07, 2008
quinta-feira, novembro 06, 2008
sexta-feira, outubro 31, 2008
+++
Ah, eu seria um excelente adevogado. Se seria...
+++
Aliás, falando em exército e em Studio Pampa, vê se não parece um anúncio das Forças Armadas atrás de recrutas:
"Se você tem 18 anos ou mais (ou é emancipada), é uma menina comunicativa, gosta de dançar e sonha em trabalhar na televisão, você pode ser uma Pampacat."
E segue...
"Nesta fase, as participantes (que já foram aprovadas na fase de PRÉ-SELEÇÃO) passarão por provas de desenvoltura, fotografia, desinibição, dança, voz, dentre outras questões que serão avaliadas individualmente. Nesta fase, serão escolhidas de 10 a 15 canditadas para as eliminatórias finais do concurso "Seja uma Pampacat"."
quarta-feira, outubro 29, 2008
Estes dias de inverno no verão, estes dias de verão no inverno, eu já disse isso, mas agora acrescento estes dias de primavera na primavera, mas não aqueles dias de outono no outono, enfim, estes dias são dias que têm algo de sobrenatural, mas agora eu acrescento que, apenas por serem, estes dias podem te levar aos píncaros da euforia ou às profundezas da depressão.
+++
Muito escrevi sobre as frutas e a primavera da Jaime Telles, sobre a atmosfera idílica do estacionamento da Zilnei, aquela que me chama de Giovani, aliás, saudade dela e do estacionamento, tenho de dar uma estacionada lá qualquer dia desses. Mas agora quero dizer das frutas e da primavera da Fabrício Pilar. É lentamente que exploro esta minha nova já velha rua. Se por um lado me demoro a aproveitá-la, por outro posso saboreá-la aos poucos, como o picolé que se lambe e não se morde, cada dia uma descoberta. A verdade é que este Mont Serrat não deve nada àquele Petrópolis. Em meia quadra e meia de caminhada hoje descobri a pitangueira da vizinha da frente, a goiabeira do meio da rua e as muitas... as muitas... Bom, ninguém sabe bem que fruta é aquela, mas todo mundo come, tem um gosto azedo, mas a gente finge que é doce. A senhora da maloca da esquina disse que é cereja, mas eu garanto, de cerejas ela não sabe nada. Outra velha, cheia de convicção, me garantiu ser amora, e então fiquei pensando como pode ela, em seus setenta e tantos anos de vida, não ter aprendido o que eu aprendi, senão antes, aos seis, quando entrei no Aplicação e conheci a amoreira que circundava "a casinha" de brinquedo. Desconfiei que pudesse ser jambolão, mas não, ninguém dirige melhor do que eu na estrada do jambolão, lá na Gamboa, eu sei muito bem o que é um jambolão para não olhar e dizer de cara: eis um jambolão. Então, tem esta fruta que é meio amora, meio cereja, meio pitanga, meio jaboticaba, meio jambolão e tem forma de caju e que ninguém sabe direito o que é. E, para encerrar, tem também o pêssego do casebre da esquina, um pêssego pequeno e verde e sem veludo cuja folha cheira a marzipan, mas que, definitivamente, é um pêssego, eu mesmo o quebrei e vi o caroço.
+++
Como é bom um almoço solitário ao ar livre, o vento fresco levantando os guardanapos presos debaixo do prato, o guarda-sol fazendo as vezes de árvore.
+++
Ai, ai... Perdão por toda essa viadagem. Deixarei os jacarandás para depois.
segunda-feira, outubro 27, 2008
quarta-feira, outubro 22, 2008
A impressora cospe 500 folhas com os sinais:
"0000000000000000000000000//////////////////////
/////////sdfjkçklçjsdfklçndfs0000000000000000000>&
gt;>>>>>>>>kçljçlwekjdçklnmsdk/////
///////////0000000000000000000000000/////////////
//////////////////sdfjkçklçjsdfklçndfs0000000000000......."
Trata-se de:
1) Uma instalação artística
2) Uma pegadinha
3) Os OVNIs tentando contato
terça-feira, outubro 21, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
quinta-feira, outubro 16, 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
***
As roupas do João menos infantis foram eu que comprei. Um abrigo Ralph Lauren (US$ 40) e um pala La Victoria (US$ 60). A propósito: as mais caras e as mais chiques e as mais legais.
***
Fazia quanto tempo que eu não tinha febre? Rapaz, desde que retireis as bolas. As amígdalas, fique claro, que as debaixo estão nos conformes. O João é prova.
***
- Siga aquele carro!
- Já sei, já sei... que nem nos filmes.
sexta-feira, outubro 10, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
É ou não é a grávida mais linda do mundo? Mais da barriga que carrega o filhote aqui. Fotos by Claudio Fonseca, no Jardim Botânico.
quarta-feira, outubro 01, 2008
... e fiquemos com a imagem do amanhecer no Itacurubi, pela lente de Mauro Vieira.
quinta-feira, setembro 25, 2008
terça-feira, setembro 23, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
sexta-feira, setembro 12, 2008
quinta-feira, setembro 11, 2008
segunda-feira, setembro 08, 2008
Só eu não conhecia este tal de Museu do Pão? Um projeto arquitetônico de primeiro mundo assim em... Ilópolis, uma minilópole de apenas 5 mil habitantes encravada no Vale do Taquari, entre porcos, galinhas e antas gordas, ao lado da grandiosa Arvorezinha, terra da erva-mate e da Renata. Nossa, que vontade de conhecer... Não fosse o jogo do Grêmio, ia neste sábado mesmo.
sexta-feira, setembro 05, 2008
segunda-feira, setembro 01, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
segunda-feira, agosto 25, 2008
sexta-feira, agosto 22, 2008
segunda-feira, agosto 18, 2008
sábado, agosto 16, 2008
Pulgas defecam. Até aí tudo bem. Tudo que entra, sai; tudo que come, caga. Mas tem uma coisa mais impressionante. Pulgas cospem. Pffff (onomatopéia de cuspe). O que nos leva a uma conclusão estarrecedora, confirmada pela doutora: pulgas têm saliva, Ou seja, pulgas são quase humanos. A diferença entre nós e elas é que a saliva delas é poderosa. O cuspe da pulga irrita a pele do gato, e então o gato começa a se coçar e perde pêlo e a gente tem de levá-lo à veterinária, para decobrir que pulga caga e cospe. Ah, claro, e também para pagar R$ 160 por uma consulta, um banho, um shampoo e dois remédios.
Ainda bem que a gente aproveita para se divertir. Sabia que há esmalte para pets? E corretivo para os olhos? E bolo de laranja? E panetone? E óculos de sol? E tempero para ração? Sim, há tudo isso para cães e gatos e muito mais. Inclusive um refrigerante para cachorro. A latinha custa R$ 9,90. O sabor? Carne. Será que é gaseificado?
sexta-feira, agosto 15, 2008
quarta-feira, agosto 13, 2008


segunda-feira, agosto 04, 2008
É mesmo escandalizante a inflação dos alimentos. Os gastos do brasileiro com comida subiram muito além da média do custo de vida, superando qualquer índice de inflação. Senão, vejamos. Em junho de 2002, nossos arquivos digitais registram que se pagava um valor mínimo de R$ 60 para o cidadão comer na Sauna Guaíba, mais R$ 35 para entrar na boat..., digo, no refeitório, perfazendo um total de pelo menos R$ 95 por incursão. Esse valor, corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), representaria R$ 140 a preços atuais. Ainda que a aplicação fosse na poupança, embora normalmente ela seja um pouco abaixo, o valor atualizado seria de R$ 157. No entanto, nossos pesquisadores foram a campo e descobriram que o mínimo que se gasta hoje no distinto estabelecimento é R$ 179, sendo R$ 69 para entrar e mais R$ 110 para adentrar. Ou seja, seis anos depois, o cidadão de bem está gastando R$ 39 a mais em uma refeição mediana. Desse jeito fica difícil comer fora de casa mesmo! Confira a tabela:
Inflação (junho de 2006 a junho de 2008)
IPC (Índice de Preços ao Consumidor): 47,55%
Poupança: 65,87%
IPG (Índice de Preços Guaíba): 88,42%
quarta-feira, julho 30, 2008
Há uns dias esteve na Capital o urbanista catalão Jordi Borja. Ele só disse o óbvio. Mas o óbvio seria uma revolução para Porto Alegre. Derrubar o muro, aproveitar os armazéns, retirando alguns para fazer a visão da água chegar até a cidade, criar atrações comerciais e também gratuitas para não elitizar demais como o Puerto Madero... Simples assim. Genial assim.
segunda-feira, julho 28, 2008
sexta-feira, julho 25, 2008
quinta-feira, julho 24, 2008
quarta-feira, julho 23, 2008

segunda-feira, julho 21, 2008
sexta-feira, julho 18, 2008
terça-feira, julho 01, 2008
segunda-feira, junho 30, 2008
quarta-feira, junho 25, 2008
sábado, junho 21, 2008
quinta-feira, junho 19, 2008
quarta-feira, junho 11, 2008
Atualmente, Filipe passa mais tempo no hospital do que em casa. Quando está em Tenente Portela, o garoto se diverte com os amigos e mata as saudades do pai, Celso Mereis, que por causa do trabalho, não pode acompanhar o tratamento do filho em tempo integral.
Antes de fazer o transplante, Filipe, gremista fanático, faz um pedido especial a mãe. "Quero que ela vire gremista. Não quero uma medula colorada", fala o menino.
