quinta-feira, maio 24, 2007

Uma produção das Organizações Fabiano Goldoni y Laura Cogo. Confiram:
 

quarta-feira, maio 23, 2007

Seis da tarde e toca a música do plantão da Globo. A redação de ZH pára. Uma centena de jornalistas corre para a TV. O que houve? Caiu um avião? Lula foi internado? Alexandre de Santi tenta colocar no 12, mas se mostra incompetente para mudar de canal. Nos bandos em volta das demais TV, olhares interrogativos. Até alguém se dar conta que tinha sido só um celular com toque de plantão acionado pelo Zarif, da arte. Pura verdade.

sábado, maio 19, 2007

Quando cheguei em Montevideo, uma destas promotoras maravilhosas do Free Shop ofereceu-me uma nova fragrâcia. Polo Double Black. Pingou um pouco em meu punho, no outro, olhou bem no meu olho e disse: espere, sinta no corpo, depois você decide se gostou. Ela desapareceu, e eu fui embora sem dar muita bola. Pois nos cinco dias seguintes que passei no Uruguai tomei pelo menos cinco banhos e o cheiro burrifado pela princesa não saiu. Na volta, procurei-a. Ela não estava. Me veio outra com a mesma oferta, de novo odorificou-me e desapareceu sem nem um adiós. Pois não é que já faz três dias e continuo com o punho perfumado! Que fixador tem esse perfume, que fixador!
A menos que... A menos que... A menos que aquelas moças fossem fadas, e aqueles perfumes poções. Poções que modificaram minha estrutura genética e fizeram meu próprio corpo produzir a fragrância. E se, hein? E se? E se, agora eu sou um ser especial, mágico, divino. E então serei levado de cima a baixo, de baixo a cima, mãos dadas com os cientistas. Nova York, Massachussets, Basiléia, hospitais e laboratórios em todo o mundo. Levar-me-ão por toda a parte, serei um rato de laboratório, até conseguirem isolar o gene mágico e depois inseri-lo em todos os que pretendem ser eternamente cheirosos. Nesse caso... Nesse caso serei rico, rico, rico (imagem de fim de desenho animado, bonequinho jogando moedas ao alto)!
Mas peraí. Tive uma idéia. Outra idéia. Meu gato. Meu gato, ele produz amoníaco. Não mija, libera amônia pura - usamos máscaras de gás aqui em casa. É uma fabrica ambulante. Tenho de apresentar urgente o Aquiles aos cientistas. Já imaginou se todas as vacas tivessem o gene do aquiles? Elas estariam despejando puro adubo no campo. Os pastos nascerão mais bastos, o gado terá mais bóia. E, nesse caso, serei rico, rico, rico!

sexta-feira, maio 18, 2007

Oi, tudo bom? Estou chegando de Montevidéu. Passei aqui só para dar um abraço. Em breve, fotos e relatos. 

sexta-feira, maio 11, 2007

Pois duas pessoas já me disseram isto: chupar limão é o melhor remédio para a azia. Seria mais ou menos assim: o limão informaria ao cérebro que algo muito ácido está por descer, que enviaria ao estômago ordem para neutralizar a ação liberando substâncias básicas. Ainda não experimentei.

terça-feira, maio 08, 2007

Jaime Palilo peidava em sala de aula. Um dia, disseram-lhe que dar puns na frente dos outros era falta de educação, mesmo quando a liberação não causava ruído. Jaime Palilo passou a sair de sala de aula para se traquear. Levantava-se da classe, ultrapassava a porta, fechava-a, cerrava os olhinhos e só então soltava-se. Esperava vinte segundos até o cheiro se dispersar e voltava ao seu assento. Algumas poucas vezes, o odor seguiu seu rastro pelo interior da sala no retorno. Disseram-lhe que desafrouxar no corredor e logo regressar à classe era falta de educação; o correto seria utilizar sempre o banheiro para se aliviar. Novamente, Jaime Palilo mudou sua rotina. Quando vinha a vontade, saía correndo da aula e cruzava o corredor até o lavatório da escola. Mas quando chegava no lugar certo para peidar educadamente, a vontade já tinha passado. Foi então que Jaime começou a segurar puns. Pois reteve tantos gases, o pobre, que terminou por explodir. Diz-se que faleceu de peido.

domingo, maio 06, 2007

A Maria Paula Letti agora tem um blog: Banho de Loja. É só sobre moda.

quinta-feira, maio 03, 2007

Acabei de publicar um post. E acabei de excluir esse post. Falava sobre minha opinião quanto a eucaliptos na Metade Sul. Já fiz matérias sobre isso, ainda devo fazer, e é certo que as fontes poderiam me tratar diferente se soubessem o que realmente penso - sem contar que poderiam utilizar o texto para me pressionar de alguma maneira. Não que as fontes costumem passar por aqui, não que isso fosse uma probabilidade, mas é sempre uma possibilidade. Por isso, retirei o post do ar.
Mas no exato momento em que deletei o texto, senti um sufoco danado. Estou na minha casa, a minha pança a descoberto, o vento frio no lombo, calça de pijama furada no saco, meia-noite. O suprassumo da privacidade. E não é que minha vida profisisonal invade intempestiva e abruptamente, sem bater na porta, a minha vida pessoal! Me sinto absolutamente desrespeitado.
Sempre tentei separar o trabalho do resto. O certo seria eu publicar o post, as fontes o lerem e entenderem que se trata de uma opinião pessoal que não interfere no meu labor. No mundo perfeito seria assim.
Acho que estou ficando velho, perdendo as forças para lutar por esse mundo perfeito.
***
Please, se possível comentem, me consolem, ainda que anonimamente. Só eu que me sinto agredido por situações como essa?

quarta-feira, maio 02, 2007

Hai Kai

Mate com leite de cabra
Gosto de bode
Enjoado

segunda-feira, abril 30, 2007


Vai dizer: patins eram muito mais sexy do que rollers.


Na foto: Gretchen - dava um caldo, hein?
Aleluia! Tem coluna nova do Margarida na www.revistadoispontos.com.br

sexta-feira, abril 27, 2007


Eu quero ir para a Agrishow. Eu quero, eu quero, eu quero. Tomar café na cafeteria secreta da AGCO e ver o novo cabelo da Joelma. Eu preciso. Comprar botinhas de camurça na lojinha da Massey. Eu agüento. Me empoeirar de terra vermelha, correr feito cão e ainda tomar um chopinho à noite. Eu tolero. Dormir em convento, ser acordado por sino e participar de coletivas chatas. Eu mereço. Conhecer gente nova, aprender tudo sobre agronegócio e encontrar o autor desta foto ao lado (o fotógrafo Ernesto de Souza, figura imperdível). Eu quero, eu quero, eu quero. Mas não vou. Pra mim, é Fenasul (!), Esteio, Brasil.

quarta-feira, abril 25, 2007



Tenho uma dica. Jamais economize em ovos de codorna. Para pagar 2 pilas a menos comprei o pote mais barato. Afinal, por fora todas as marcas são iguais. Não existe você chegar na prateleira das conservas e dizer "nossa, como estes ovos de codornas estão lindos" ou "que horror, estes ovos de codorna estão bichados". Mas por dentro... Por dentro cada marca é diferente. Por exemplo: os ovos de codorna da Conservas Leopoldina, que eu comprei, eles são o que há de ruim. São duros, a gema é quase branca e não têm gosto de nada. Estou frustrado, porque queria mesmo adquirir o hábito de comer ovos de codorna - acho tão chique -, mas não foi desta vez.

terça-feira, abril 24, 2007

Descobri um blógui bem legal. É de uma amante de aluguel. E amante a la antiga. Fada Safada, o nome dela. Só não entra direto, cara. É bom saber antes que é impróprio para menores e para ambientes de trabalho (exceto agências de publicidade).
***
Nada a ver com a saFADA. Mãe, Maria, mulherzinhas: a Tica voltou a atualizar o blógui. Alías, mãe, Maria, vocês conhecem o monomulti, né?
***
Tá, desculpem, eu sei, isto aqui não é a porta da geladeira lá de casa.

sexta-feira, abril 20, 2007

Esta apresentacao foi gerada pela VIVO


Quem é feliz come. Quem é triste também.

quinta-feira, abril 19, 2007

Me pediram e eu fiz um grifo para a matéria que saiu no Guia dos Mascotes de ZH sobre "o sexo dos gatos" (adivinha quem sugeriu a pauta). No fim, o texto saiu no ClicRBS. Mas eu poupo tempo de vocês e o reproduzo aqui. É adaptação do que já tinha feito à época neste blog.


Dois gatos e uma gata

Um dia cheguei em casa e descobri que teria de agüentar duas gatas no apartamento - minha mulher, a Rafaela, e mais outra, uma guaipeca com lombo preto e pança branca, coisa mais bonitinha. Elza Briseida, o nome dela. Um pouco agitada, felina manhosa, mas também moça meiga e de andar elegante feito modelo de passarela.
Traços que me acostumei a amar nos primeiros dois meses que passamos com ela. Até a fatídica noite em que chegamos de uma festa e encontramos nossa princesa esparramada no chão da cozinha. Posto que se coçava, resolvi ajudar. Cheguei perto e notei que entretinha-se, a gata, com algo inchado abaixo do rabo. Chamei a Rafaela para ver.
- Ai, isso é um pinto, Sebastião! - exclamou.
Desesperados, fizemos ali mesmo um primeiro exame clínico, mas digamos que o aparelho reprodutivo dos felinos é bastante confuso. A seguir, fui à Internet, digitei "anatomia gato" no Google e descobri imagens reveladoras. Mas apesar de todas evidências - provas, eu diria - custamos a acreditar no fato (um veterinário confirmaria posteriormente que tínhamos em mãos um gato, e ainda por cima descobrindo a própria sexualidade).
Quando nos demos conta da verdade, bateu um vazio - afinal, amávamos um ser inexistente. Passamos alguns minutos apenas observando a bichana, digo, o bichano, e buscando traços de menino. Claro! As garras inquebráveis, a cabeça grande e robusta, os dentes afiados, o olhar desafiador, aquela energia para destruir os móveis, como nunca tínhamos reparado?
Aos poucos, fomos construindo o nosso gato guerreiro. A primeira providência foi, naquela mesma noite, trocar o nome do animal. De Elza Briseida para Aquiles. Na mitologia grega, Briseida é a escrava preferida de Aquiles. Na minha casa (onde hoje somos dois gatos e uma gata), Briseida é Aquiles.

segunda-feira, abril 16, 2007


Sabem quando a gente ganha algo tão bom que não merece? Pois eu ganhei uma câmera digital profissional.

Ontem mesmo, trouxe para casa e comecei a testá-la com a cobaia Aquiles. Deitado na cama, procurava o melhor ângulo do gato. Ao mudar de posição, terminei inadvertidamente forçando meu pé contra o vidro da janela. De repente - PLÉINSTRECS! -, o vidro estourou.

Olhei para trás e lá estava o meu pé atravessado por um pedaço de janela. Tinha de permanecer imóvel e dar um jeito de me livrar daquela lâmina. A Rafa veio, mas ficou branca ao ver tanto sangue. Pedi que chamasse algum vizinho. Voltou com o vigia da rua. O cara ficou branco também, mas cumpriu as ordens de desencravar a janela do pé.

Amarrei uma camiseta no corte para estancar o sangue. Tive de chamar meu pai (a Rafa continuava mal), que me levou ao HPS - apesar de tudo, nosso pronto-socorro funciona sempre muito bem. Me deram pontos e me mandaram para casa. Ainda dói.

Sabe quando a gente ganha algo tão bom que não merece? Então tem que acontecer algo tão ruim para compensar.

sexta-feira, abril 13, 2007

Nossa, que horror. Total abandono. Limpe as teias de aranhas ali no canto, Jocemara. Não! Aí não, no outro canto, acima, à direita. Isso bem sobre o "login". Aliás, nunca tinha reparado neste "login". Será que está há muito por aí? E pra que serve? Pra utros logarem no meu blógui? Cruzes, só de pensar me dá arrepio.
Rapaz, há mais de dez dias que não passo por aqui. A página jogada às traças. A-a-a-atchim!!!! Yek. Poeira. Já te disse, Jocemara, que só espanador não serve. Tem de passar paninho úmido, que nem a Beth. Bem feito pra mim. Onde já se viu comprar espanador em sinaleira? Onde eu estava com a cabeça naquele dia?
Mas o que é mesmo que eu vim fazer aqui? Ah, lembrei! Tem a história da mulher do estacionamento (mais uma), dos raios de Unistalda (terror), do passeio na Oscar Freire, mas agora está me dando uma pregui...(bocejo)ça. Acho que por hoje é só. Boa noite, vou me deitando.
Ah, sim, já ia me esquecendo. Tão aqui teus vales-transporte, Jocemara. Mas antes de ir queria te pedir uma última coisinha. Dá uma varridinha ali no rodapé, por favor. Isso, bem em cima da barra do Windows. Quero ver isto aqui limpinho amanhã. Fui.

terça-feira, abril 03, 2007

Tá lá no blog da Lu Geiger, que eu recém descobri. Um cara fez uma pílula anti-arroto para vacas - e bois e touros e terneiros e terneiras e etc... Dizem que os arrotos desses animais respondem por 4% do efeito estufa - com a pílula esse índice poderia baixar para 3%. Como eu sempre ouvia falar nos "gases" das vacas, achava que eram os peidos que causavam o aquecimento global. Mas, claro, faz sentido, ruminantes, arrotos, efeito estufa. Parece que eu estou vendo, na vacinação contra aftosa, pílula para todo povo lá da fazenda. Inclusive pros veados, que acho que veado rumina. Rumina? Nisso tudo o que me deixa mais indignado é esse lance de culpar os pobres bovinos. Que podemos fazer nós diante da necessidade fisiológica dos animais de soltar gases? A menos que eliminemo-los. Mas o que vamos nós, terráqueos, comer? Verdura? Mas aí seremos nós a peidar contra a atmosfera, que vocês sabem que quem come salada peida fedorento, né? Também podemos comer suínos (nham!) ou frango (bleargh!). Mas aí vem a questão dos dejetos. Porque bosta de porco e de galinha fede, e, além de feder, solta gases. Por mais que se façam biodigestores, boa parte dos gases escapam (ops). Enfim, é um labirinto sem saída. Portanto, deixemos as pobres das vaquinhas arrotar sem terem de pedir desculpas por isso e concentremo-nos em nossas indústrias e automóveis. Que tal?
E a irmã do Alemão não vai posar nua?