domingo, junho 17, 2007

Quando você está com vontade de beber algo e não sabe o quê. Quando há uma sede que nem Coca, nem água, nem suco podem matar. Então, você pode até não saber, mas precisa de água tônica de quinino. De quinino! De quinino!

quinta-feira, junho 14, 2007

Receita de bolo
Ingredientes desta Receita:
Massa:
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
• ½ xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
• 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
• 1 xícara (chá) de leite
• 5 ovos
• 1 xícara (chá) de açúcar
Recheio e cobertura:
• ½ xícara (chá) de chocolate granulado
• ½ xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
• 2 colheres (sopa) de manteiga
• 2 latas de leite condensado

Preparo da Receita
Massa: Bata na batedeira, as claras em neve bem firme. Junte as gemas, uma a uma, e acrescente o açúcar. Despeje o leite aos poucos, sem parar de bater. Incorpore, por fim, delicadamente a farinha peneirada com o Chocolate em Pó e o fermento. Despeje em uma fôrma redonda (28 cm de diâmetro) untada e enfarinhada e leve para assar em forno quente (200º C) por aproximadamente 40 minutos. Deixe esfriar e corte-o ao meio.
Recheio e cobertura: Leve o Leite Moça, a manteiga e o Chocolate em Pó ao fogo, mexendo sempre. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar, sem parar de mexer, por cerca de 6 minutos ou até formar um creme consistente. Cubra uma metade do bolo com este creme, arrume a outra metade, espalhe o restante do brigadeiro com uma espátula ou faca e espalhe o chocolate granulado em toda a superfície. Leve para gelar e sirva.

terça-feira, junho 12, 2007


Com milhões de espécies vivendo no Planeta, por que raios os canais de animais gostam tanto de falar dos malditos SURICATOS? Aliás, aquela novelinha dos suricatos no Animal Planet quando começa a ficar legal, termina.

segunda-feira, junho 11, 2007

Olhem que lindo o trabalho da Roseli. Amanhã, às 19h, inaugura uma exposição dela. Na Fundação Ecarta - João Pessoa 943.

segunda-feira, junho 04, 2007

Um amigo foi ao Guion e não gostou do som da película. Resolveu enviar um mail para o endereço carlos@guion.com.br, o único que constava no site do Guion. Vejamos o profissionalismo com que foi tratado. É divertido.
A propósito, eu já tive problema com som no AeroGuion, mas fui previamente avisado, pelo bilheteiro, do defeito da fita  antes da sessão e resolvi encarar.
 
MEU EMAIL 01
Prezados,
Sou cliente e freqüentador dos cines Guion há um bocado de tempo. Sempre fui apreciador dos cafés, das salas de cinema e de toda a qualidade dos serviços oferecidos no local. No entanto, confesso ter ficado bastante decepcionado ao assistir Homem-Aranha 3 na sala do AeroGuion neste último sábado, dia 02 de junho, na sessão das 20h30. A qualidade sonora da película, com o perdão da palavra, estava ridícula. Acordes desafinados, sonoridade oscilante, sons dissonantes. A combinação do áudio remontam aos piores momentos de sessões freqüentadas no finado Baltimore da Osvaldo Aranha.
Por ser freqüentador das salas de cinema do Guion, entendo elas estarem entre as melhores da cidade. No entanto, neste último sábado, senti-me completamente desrespeitado por ter desembolsado 12 reais para assistir a uma fita velha, gasta e completamente inapropriada de ser rodada ao público. Especialmente por tal preço. A péssima sonoridade impossibilitou que qualquer momento do filme, em especial àqueles de maior tensão e emoção, fosse apreciado.
Estava pronto para reclamar no ato, na saída. Mas por ter sido a última sessão do dia, não havia mais ninguém no local além do rapaz que fechou a sala. Certamente não seria ele o responsável pela fita. Por isso envio esse email. Reclamo por ter me sentido desrespeitado, beirando o roubo. E peço que vocês avaliem melhor os critérios das fitas que recebam antes de rodarem ao grande público.
 
Atenciosamente,

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RESPOSTA GUION 01
Marcio,
"Beirando o roubo". Mas que exagero.
O filme tem momentos de fibrilação no som e percebemos o mesmo defeito na cópia que está no Guion Sol. De início pensávamos que fosse problema no projetor, mas o defeito foi verificado na outra sala também. Existem muitas coisas que não sabes da atividade para ficar jogando lama e considerar que tudo é uma questão de sacanagem. Desde quando um filme que roda 4 semanas pode estar gasto a ponto de ser chamada de fita velha?
Assim como um projetor apresenta defeitos da noite para o dia, o mesmo acontece com a copiadora do laboratório e só vamos perceber quando projetado. Ou acreditas que o laboratório faça testes nas mais de 600 cópias que foram lançadas no mercado deste filme?
Acreditas que os exibidores têm condições de ficar vendo cada filme antes de o lançar? E a troca da fita não é uma questão de querer e pronto. Já solicitamos ao distribuidor e estamos aguardando troca.
No momento em que a atriz principal canta no teatro há uma leve fibrilação na voz e de resto não há nada que justifique uma reação tão dramática como a sua.
Para compensar a frustração, colocamos à disposição uma cortesia na bilheteria do cinema.
Atenciosamente
Carlos

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MEU EMAIL 02

Carlos,
 
Não quero a sua cortesia. Aliás, cortesia é uma palavra que tem me parecido impressionantemente distante do Guion. Não sou a primeira pessoa a ter suas críticas recebidas com desprezo e desdenho.
 
E se você acredita mesmo que existe apenas uma leve fibrilação na voz da atriz principal no momento do teatro, ou você não assistiu a fita até o final ou seu ouvido é atonal.
 
Lamento que você tenha interpretado a minha reação como dramática ou exagerada. Mas a verdade é que não consegui apreciar qualquer passagem do filme em que houvesse som. Como o filme não era mudo, ficou realmente complicado curtir o momento.
 
Concordo com você que tem muita coisa que eu não sei sobre a sua atividade. Assim como tenho certeza que não é sacanagem. Não sou conspiracionista e acredito que no fundo há bondade em todos. No entanto, a verdade é que eu não tenho que entender absolutamente NADA da sua atividade. Tenho que simplesmente entrar na sala de cinema e ver meu filme com tranqüilidade. A partir do momento em que um leigo como eu percebe alguma coisa errada, é porque alguém não fez o seu trabalho direito.
 
Não quero cortesia. Quero respeito e que aceites uma simples crítica construtiva ao invés de desdenhar a opinião de quem um dia foi seu público.
 
Att.

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RESPOSTA GUION 02

Sabia que reagirias assim, afetadamente!
Me chamas de ladrão e queres ser tratado com cortesia!!
Espero que cuides com a mesma severidade desta sua empresa com que exiges dos outros.
Ridículo fazer esta onda toda por míseros R$ 12,00.
Temos pelas pessoas que te prestam algum serviço.
Não me responda pois não lerei mais seu e-mail. Aliás duas linhas deste já foram suficientes.

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sábado, junho 02, 2007

Últimos capítulos da novela "Giovani: o estacionador".
 

Vontade de chorar ao me despedir da dona do estacionamento.

Giovani – Vou sentir falta, sabia?

Ela – Eu também. Me acostumei em te ver aqui, sempre assim...

(Que será que ela quis dizer com "assim"?).

Giovani – ...Glup...

Ela – Calma, não fica assim... Vocês vão para um lugar melhor. Tudo novinho.

Giovani – Posso te perguntar uma coisa? Será que eu podia deixar o carro aqui às vezes sem pagar. Sei lá, só pra matar a saudade, quando eu vier no Ventura ao meio-dia. Meia horinha. Daí a gente se vê às vezes.

Ela – Claro!

Abraçamo-nos.

***

Cumpre retroceder dois meses e publicar um capítulo-chave inédito de nossa relação.

Chego para pagar a mensalidade. Mais uma vez, sem dinheiro. Claro que ela já sabe que eu não sou Giovani, já recebeu mil cheques meus, mas impossível não ter um medinho de que tudo se desfaça de repente.

Assino o cheque e entrego. Ela olha, olha, olha...

Ela – Mas... Tu não é Giovani?!

Eu congelo. Tonteio. Perco o equilíbrio, os ouvidos zunindo. Não acredito que dois meses antes de me mudar a mágica vai se desfazer. Não, isso não pode estar acontecendo. Preciso agir. Agir rápido.

Giovani – Não, sou Sebastião. Sempre fui. Mas por favor, pelo amor de Deus, te rogo: continua me chamando de Giovani. Olha só: se tu parar de me chamar de Giovani, eu fico brabo, nunca mais estaciono aqui. Combinado?

Ela – Combinado. Tchau, Giovani,

Ela me chamou de Giovani de novo. Menos mal. Mas alguma coisa mudou. Parece que se quebrou o encanto. Dirijo até a Zero Hora no automático. Quase bato duas vezes. Um vazio, um vazio... Isso durou dois dias. Até eu ver que ela continuou me chamando de Giovani com tanta naturalidade e espontaneidade que seria injusto pensar que algo estava diferente entre nós.

***

A propósito. Desde hoje, estou em casa nova. Agora, sou de Mont Serrat.  

sexta-feira, junho 01, 2007



Depois de A BARATA...

... O PORCO!

quarta-feira, maio 30, 2007

o melhor chope que eu tomei na minha vida foi em oxford. o dia estava plúmbeo, como, aliás, são os dias do inverno inglês. eu estava completando minha temporada de 30 dias na cidade. já tinha experimentado uns 50 chopes guinness desde a chegada, e todos tinham o mesmo gosto e a mesma consistência de xixi. uma tarde - e estava frio! -, o professor gordo do curso de inglês apresentou a turma a um pub realmente tradicional. eram umas 15h, e o lugar estava abarrotado de estudantes da universidade. na rua, o típico fog britânico. dentro, o típico fog britânico gerado pelos cigarros acesos. instalamo-nos em mesas de madeira no pátio, em volta de carvões megacompactos em brasa - carvão australiano, diz meu primo bento. tateando na fumaça, ingressei no pub e fiz a última tentativa.
- uma guinness, plis.
tomei um gole. (som de fadas se aproximando). (arrepau no pio). (peito de pomba morta). que loucura. o chope era tão cremoso e tão amargo e tão bom que me tirou do ar por uns segundos.
As pessoas têm uma mania absurda de se impressionar com o clima. Cada vez que vem o frio dizem: "nossa, olha o frio, é o maior em dez anos". Se vem calor: "oh, o aquecimento global". Porra! Sempre fez frio e sempre fez calor em Porto Alegre. Temperaturas baixas não são novidade no nosso outono ou no nosso inverno e até na nossa primavera. Não há nada de escandaloso no clima dos últimos dias. Continuo saindo de camiseta, camisa e casaco, como faria se a temperatura fosse 20 graus. Então, parem! 

terça-feira, maio 29, 2007

- Como te llamas?
- Pedro Pachuca.
- Más alto.
- Pedro Pachuca.
- Más alto.
- PEDRO PACHUCA!!!
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
...
- Son novios! Son novios! Son novios!

segunda-feira, maio 28, 2007

Nossas coisas já estão na casa nova. Foram sábado. Nós estamos passando uma temporada na casa dos meus sogros. Se Deus quiser, só até sábado. Nada contra os anfitriões, pelo contrário. É que dormir separado é brabo. Ainda tenho de escrever sobre a despedida da Jaime Teles. E sobre o Uruguai. E sobre alguma coisa mais, provavelmente.

quinta-feira, maio 24, 2007

Uma produção das Organizações Fabiano Goldoni y Laura Cogo. Confiram:
 

quarta-feira, maio 23, 2007

Seis da tarde e toca a música do plantão da Globo. A redação de ZH pára. Uma centena de jornalistas corre para a TV. O que houve? Caiu um avião? Lula foi internado? Alexandre de Santi tenta colocar no 12, mas se mostra incompetente para mudar de canal. Nos bandos em volta das demais TV, olhares interrogativos. Até alguém se dar conta que tinha sido só um celular com toque de plantão acionado pelo Zarif, da arte. Pura verdade.

sábado, maio 19, 2007

Quando cheguei em Montevideo, uma destas promotoras maravilhosas do Free Shop ofereceu-me uma nova fragrâcia. Polo Double Black. Pingou um pouco em meu punho, no outro, olhou bem no meu olho e disse: espere, sinta no corpo, depois você decide se gostou. Ela desapareceu, e eu fui embora sem dar muita bola. Pois nos cinco dias seguintes que passei no Uruguai tomei pelo menos cinco banhos e o cheiro burrifado pela princesa não saiu. Na volta, procurei-a. Ela não estava. Me veio outra com a mesma oferta, de novo odorificou-me e desapareceu sem nem um adiós. Pois não é que já faz três dias e continuo com o punho perfumado! Que fixador tem esse perfume, que fixador!
A menos que... A menos que... A menos que aquelas moças fossem fadas, e aqueles perfumes poções. Poções que modificaram minha estrutura genética e fizeram meu próprio corpo produzir a fragrância. E se, hein? E se? E se, agora eu sou um ser especial, mágico, divino. E então serei levado de cima a baixo, de baixo a cima, mãos dadas com os cientistas. Nova York, Massachussets, Basiléia, hospitais e laboratórios em todo o mundo. Levar-me-ão por toda a parte, serei um rato de laboratório, até conseguirem isolar o gene mágico e depois inseri-lo em todos os que pretendem ser eternamente cheirosos. Nesse caso... Nesse caso serei rico, rico, rico (imagem de fim de desenho animado, bonequinho jogando moedas ao alto)!
Mas peraí. Tive uma idéia. Outra idéia. Meu gato. Meu gato, ele produz amoníaco. Não mija, libera amônia pura - usamos máscaras de gás aqui em casa. É uma fabrica ambulante. Tenho de apresentar urgente o Aquiles aos cientistas. Já imaginou se todas as vacas tivessem o gene do aquiles? Elas estariam despejando puro adubo no campo. Os pastos nascerão mais bastos, o gado terá mais bóia. E, nesse caso, serei rico, rico, rico!

sexta-feira, maio 18, 2007

Oi, tudo bom? Estou chegando de Montevidéu. Passei aqui só para dar um abraço. Em breve, fotos e relatos. 

sexta-feira, maio 11, 2007

Pois duas pessoas já me disseram isto: chupar limão é o melhor remédio para a azia. Seria mais ou menos assim: o limão informaria ao cérebro que algo muito ácido está por descer, que enviaria ao estômago ordem para neutralizar a ação liberando substâncias básicas. Ainda não experimentei.

terça-feira, maio 08, 2007

Jaime Palilo peidava em sala de aula. Um dia, disseram-lhe que dar puns na frente dos outros era falta de educação, mesmo quando a liberação não causava ruído. Jaime Palilo passou a sair de sala de aula para se traquear. Levantava-se da classe, ultrapassava a porta, fechava-a, cerrava os olhinhos e só então soltava-se. Esperava vinte segundos até o cheiro se dispersar e voltava ao seu assento. Algumas poucas vezes, o odor seguiu seu rastro pelo interior da sala no retorno. Disseram-lhe que desafrouxar no corredor e logo regressar à classe era falta de educação; o correto seria utilizar sempre o banheiro para se aliviar. Novamente, Jaime Palilo mudou sua rotina. Quando vinha a vontade, saía correndo da aula e cruzava o corredor até o lavatório da escola. Mas quando chegava no lugar certo para peidar educadamente, a vontade já tinha passado. Foi então que Jaime começou a segurar puns. Pois reteve tantos gases, o pobre, que terminou por explodir. Diz-se que faleceu de peido.

domingo, maio 06, 2007

A Maria Paula Letti agora tem um blog: Banho de Loja. É só sobre moda.

quinta-feira, maio 03, 2007

Acabei de publicar um post. E acabei de excluir esse post. Falava sobre minha opinião quanto a eucaliptos na Metade Sul. Já fiz matérias sobre isso, ainda devo fazer, e é certo que as fontes poderiam me tratar diferente se soubessem o que realmente penso - sem contar que poderiam utilizar o texto para me pressionar de alguma maneira. Não que as fontes costumem passar por aqui, não que isso fosse uma probabilidade, mas é sempre uma possibilidade. Por isso, retirei o post do ar.
Mas no exato momento em que deletei o texto, senti um sufoco danado. Estou na minha casa, a minha pança a descoberto, o vento frio no lombo, calça de pijama furada no saco, meia-noite. O suprassumo da privacidade. E não é que minha vida profisisonal invade intempestiva e abruptamente, sem bater na porta, a minha vida pessoal! Me sinto absolutamente desrespeitado.
Sempre tentei separar o trabalho do resto. O certo seria eu publicar o post, as fontes o lerem e entenderem que se trata de uma opinião pessoal que não interfere no meu labor. No mundo perfeito seria assim.
Acho que estou ficando velho, perdendo as forças para lutar por esse mundo perfeito.
***
Please, se possível comentem, me consolem, ainda que anonimamente. Só eu que me sinto agredido por situações como essa?

quarta-feira, maio 02, 2007

Hai Kai

Mate com leite de cabra
Gosto de bode
Enjoado