sexta-feira, setembro 05, 2008

Eis o João.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Hmmmmm. Cheirinho de bosta. E eu adoro.

quarta-feira, agosto 27, 2008

Em que lugar do passado ficou Baltazar? Não faz um ano, eu e a Rafa tínhamos decidido. Seria esse o nome de nosso filho. Sério. Então, meses depois, ao descobrirmos que era ticudo mesmo começamos a discussão para bater martelo sobre como se chamaria o bichinho. Falamos Tibério, Bibiano, Josmar, Élcio, Batista. Só concordamos com João - e assim ficou. Mas de Baltazar, que nos pareceu tão lindo outrora, nem lembramos.  

segunda-feira, agosto 25, 2008

Desânimo.

sexta-feira, agosto 22, 2008

Eu sei quando um atleta é vira-lata. E quase todos os brasileiros são. É o que explica tantos chegarem na disputa do ouro e só levarem o bronze. Ou a prata.
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É só olhar firme no rosto do atleta, pode ser pela TV mesmo, que posso dizer: este é vira-lata. Excepcionalmente na terça-feira fitei (e tenho o poder de fitar por meio da minha super LCD) Maurren Maggi, Maurren Maggi fitou-me também, e eu disse: esta não é vira-lata. A Rafa está de prova.
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Maurren Maggi não é vira-lata porque antes de saltar na terça-feira rangeu os dentes, misturou traços de raiva e empolgação, olhou firme para a platéia, bateu palmas, recebeu de troco palmas, e saltou.
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Note-se que nem todos que levam a prata ou o bronze são vira-latas. As meninas do Jangadeiros, Fernanda e Isabel, podiam claramente perder o pódium, mas na última regata foram para a frente cheias de gana, velejaram em primeiro, e garantiram o bronze. A dupla de prata no vôlei de praia é o símbolo da vira-latice. Está no alto do pódium dos vira-latas, dividindo a primeira colocação com Diego Hipólito.
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Aliás, o Diego Hipólito não devia ser do hipismo? OK, OK, desculpem.
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O conceito de vira-lata não é fácil de entender. As meninas do futebol, por exemplo, são vira-latas, porque chegaram lá e no final abriram as pernas. Os guris do futebol não o são. Perderam porque eram piores, porque o Dunga é ruim, porque se acham demais. Um vira-lata nunca se acha demais.
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Eu sou o típico cara que, como a Isabel Marchezan, diria: eu odeio Olimpíadas. Mas a verdade é que eu adoro. Sou vira-lata.

segunda-feira, agosto 18, 2008

Passem lá no Blógui do Mauro Vieira, fotógrafo de ZH. Tem fotos tiradas nas andanças que fizemos para uma matéria que deve sair domingo que vem. Há um cemitério de campanha em São Francisco de Assis e imagens de Cândida Vargas, no longínquo Itacurubi. O endereço: www.maurovieiraphotos.blogspot.com
Me deu um desejo. Um desejo muito forte, agora. De pegar um buzum. Seis horas de estrada. Só para comer uma torta do Alecrim e da Joana.

sábado, agosto 16, 2008

Acabo de ir ao veterinário. Quer dizer, o Aquiles foi. Ou melhor, eu também fui, mas quem foi atendido foi ele. Fiz descobertas incríveis. A primeira delas é que pulga defeca, como diz a doutora. Chupa um sanguinho, enche a pança e - pfffffff (onomatopéia de pum) - caga. E o pior é que as fezes, como diz a doutora, não são microscópicas. Pelo contrário. São pretinhas, levezinhas e totalmente visíveis(zinhas). Mesmo quando não se enxerga a pulga, pode-se dizer que o bicho está infestado, se nele se virem cocôs. O Aquiles, por exemplo, não tem uma pulguinha sequer, mas é uma verdadeira latrina para a espécie. A veterinária não soube dizer onde se escondem as pulgas enquanto não estão no banheiro, digo, nos pêlos do meu gato. Decerto, sesteando no tapete da minha casa.
Pulgas defecam. Até aí tudo bem. Tudo que entra, sai; tudo que come, caga. Mas tem uma coisa mais impressionante. Pulgas cospem. Pffff (onomatopéia de cuspe). O que nos leva a uma conclusão estarrecedora, confirmada pela doutora: pulgas têm saliva, Ou seja, pulgas são quase humanos. A diferença entre nós e elas é que a saliva delas é poderosa. O cuspe da pulga irrita a pele do gato, e então o gato começa a se coçar e perde pêlo e a gente tem de levá-lo à veterinária, para decobrir que pulga caga e cospe. Ah, claro, e também para pagar R$ 160 por uma consulta, um banho, um shampoo e dois remédios.
Ainda bem que a gente aproveita para se divertir. Sabia que há esmalte para pets? E corretivo para os olhos? E bolo de laranja? E panetone? E óculos de sol? E tempero para ração? Sim, há tudo isso para cães e gatos e muito mais. Inclusive um refrigerante para cachorro. A latinha custa R$ 9,90. O sabor? Carne. Será que é gaseificado?

sexta-feira, agosto 15, 2008

Eu sou tão egocêntrico que julgo o talento das pessoas pela forma como elas se relacionam comigo.
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Como ficam as mães que batizaram as filhas de Flora pensando que ela era do Bem?
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Torrada com cerveja. Torrada.

quarta-feira, agosto 13, 2008




A pedido da Maria Paula, segue a foto da Margarida e um bônus extra: a da Laranja. A propósito: as fotos do casamento estão em www.claudiofonseca.com.br/rafaelaesebastiao

domingo, agosto 10, 2008




Bom, seguem duas fotos da viagem a Nova Pádua. Passeio em família, roteirizado e dirigido pelo Seu Miguel. Fantástico.







segunda-feira, agosto 04, 2008

É mesmo escandalizante a inflação dos alimentos. Os gastos do brasileiro com comida subiram muito além da média do custo de vida, superando qualquer índice de inflação. Senão, vejamos. Em junho de 2002, nossos arquivos digitais registram que se pagava um valor mínimo de R$ 60 para o cidadão comer na Sauna Guaíba, mais R$ 35 para entrar na boat..., digo, no refeitório, perfazendo um total de pelo menos R$ 95 por incursão. Esse valor, corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), representaria R$ 140 a preços atuais. Ainda que a aplicação fosse na poupança, embora normalmente ela seja um pouco abaixo, o valor atualizado seria de R$ 157. No entanto, nossos pesquisadores foram a campo e descobriram que o mínimo que se gasta hoje no distinto estabelecimento é R$ 179, sendo R$ 69 para entrar e mais R$ 110 para adentrar. Ou seja, seis anos depois, o cidadão de bem está gastando R$ 39 a mais em uma refeição mediana. Desse jeito fica difícil comer fora de casa mesmo! Confira a tabela:

Inflação (junho de 2006 a junho de 2008)

IPC (Índice de Preços ao Consumidor): 47,55%

Poupança: 65,87%

IPG (Índice de Preços Guaíba): 88,42%

quarta-feira, julho 30, 2008

Agora, apresentam mais um projeto para o Cais da Mauá - o milésimo, parece. Nunca vi coisa mais enrolada do que isso. Pelamordedeus, desde a década de 90, quando o Britto fez aquele concurso e ganhou o Porto dos Casais, e talvez desde antes, nunca um prefeito ou um governador teve peito ou colhões para tirar do papel as idéias para a área. E qual não é minha surpresa ao ler que, no novo projeto, "a altura do muro da Mauá deve ser reduzida de 3 metros para 1,5 metros". Inacreditável! É o suprassumo da cagalhonice! Será que eu vou ter de pegar uma picareta e iniciar um movimento de destruição daquela bosta?
Há uns dias esteve na Capital o urbanista catalão Jordi Borja. Ele só disse o óbvio. Mas o óbvio seria uma revolução para Porto Alegre. Derrubar o muro, aproveitar os armazéns, retirando alguns para fazer a visão da água chegar até a cidade, criar atrações comerciais e também gratuitas para não elitizar demais como o Puerto Madero... Simples assim. Genial assim.

segunda-feira, julho 28, 2008

Amanhã, ficamos sabendo definitivamente se o João é realmente João ou, então, Isadora.

sexta-feira, julho 25, 2008

Deu na TV um especial sobre a vida do Chacrinha. Fiquei todo arrepiado de ver. Porque eram imagens que passavam pela minha retina quando eu era pequeno, mas não estavam cristalizadas na minha memória. Trouxeram uma série de lembranças boas, porque todas as lembranças de infância são boas. O fundo musical, com os grandes cantores oitentistas, também mexeu comigo. Não sou muito de música, mas, muito antes da moda anos 80, inclusive e principalmente no fim dos anos 90, sempre adorei Tim Maia, Cazuza, Raul Seixas, Marina fase primeira e Lulu Santos. O Velho Guerreiro era mesmo um gênio. Aquela bagunça, aquele humor estúpido e escrachado, aquelas gostosas dançando... é tudo o que eu gosto. Mas a verdade é que ele se foi na hora certa. Disto lembro direitinho, quando era piá e o via na TV, eu o odiava. Achava o programa (e o velho) simplesmente a coisa mais chata do mundo. Para mim e para as gerações futuras, o Chacrinha era absolutamente obsoleto. De uma obsolecência tão obsoleta que me faz achá-lo hoje, 20 anos depois, abolutamente genial.

quinta-feira, julho 24, 2008

Da série combinações perfeitas:
1) Café passado com bombom Alpino.
2) Camiseta branca Hering com calça Levi´s
 
Acrescenta ali nos comments tuas combinações e vamos fazer uma lista legal?

quarta-feira, julho 23, 2008


Nosso casamento, meu e da Rafitcha, foi um lance tão bacana, tão importante para nós, que fiquei querendo fazer um texto mais pensadinho para contar como foi, o que senti, até para quem não pôde ir e tals... Só que tentar racionalizar algo que é só emoção é uma merda. Comecei a escrever algo, mas ficou tão ruim, tão ruim, tão ruim... E daí fiquei triste por não saber transpôr para palavras os fatos e as emoções. Escrevendo leve, solto, com nexo e sem nexo, com mais oralidade, daqui a uns dias, ou nunca, talvez eu consiga. O que está aí abaixo é o início do texto que se fosse no tempo do papel já estaria no lixo. Mas como blógui é para qualquer coisa, inclusive e principalmente as merdas, percebi que não tinha o menor sentido não publicar qualquer coisa que me tome um segundo em frente ao computador. E assim vou enchendo liguiça e dando uma legenda para a primeira foto do casamento neste blógui.



Se vale a pena casar, é a pergunta que tanto fazem(os). Jamais ouvi um casal que passou pelo altar dizer que não, não vale. Permitam-me portanto ser óbvio e repetir tudo que sempre ouvi. A verdade é que não lembro de ter sido mais feliz, em meus mais de 10,5 mil dias de vida, do que na noite de 14 de junho. Nem mesmo num banho de mar na Gamboa ou num três-dentro-três-fora na Aurélio Bittencourt. Mas, se fosse só por isso, talvez todo o investimento – financeiro e anímico - para fazer a festa não se justificasse. Oito horas de celebração podem ser muito pouco para o esforço empreendido. Para mim e para Rafa, porém, o casamento durou muito mais. Foi um processo que se iniciou na primeira reunião com a Margarida Muller – a nossa querida e insuperável cerimonialista – e se encerrou na chegada da lua-de-mel. Nunca estivemos tão unidos e nunca nos amamos tanto como nesses últimos meses. Talvez nada sintetize melhor esse espírito como nossas madrugadas em casa, embrulhando lamparinas, dando nós em saquinhos de água com balas.

segunda-feira, julho 21, 2008


Depois de sete dias andando pelo interior, está difícil aterrisar na cidade. Juro que às vezes me dá uma vontade de largar tudo e me mudar pro campo. Ver a vida passar no (com)passo do cavalo. Desde segunda, passei por Piratini, São Gabriel, Rosário do Sul, São Francisco de Assis, Unistalda, Nova Pádua, Nova Roma, Caxias. Não consigo deixar de pensar na brutal diferença entre o minifúndio na metade norte e na metade sul. Na região de Piratini, entrevistei um senhor que, com 300 hectares (e olha que não é pouca coisa!) de terra e número um pouco menor de cabeças de gado, vivia em semi-indigência, bem como seus vizinhos. Em Nova Pádua, aquelas casinhas bem cuidadas, circundadas por parreirais e pomares, nada de miséria. Que outros fatores que não o cultural justificam tamanha disparidade? Já estudei isso, sim. Mas esqueci, como esqueço tudo que aprendo. Ah, vou deixando esta fotita antiga aí. Será que eu já a tinha postado antes? Como são felizes os fotógrafos...

sexta-feira, julho 18, 2008

Mil coisas pra escrever, nenhum post no blógui. Inferno. Ao menos uma desculpa. Passei a semana no interior, fazendo matéria. Dois mil quilômetros em quatro dias. Beeeem legal. Devo fotos e explicações do casamento e da lua-de-mel. João mexeu na barriga da Rafa. Agitadinho, o rapaz. Aliás, em duas semanas confirmam se é mesmo João ou se é Isadora. Por enquanto é João. Se mudar, sem traumas. Experiência temos, com o gato Aquiles. Com a diferença que este já tinha nascido quando deixou de ser Elza Briseida. Passo o fim-de-semana em Nova Pádua. Programa familiar no coração da colônia italiana. Meu sonho é uma Agrale, ô, ô, ô, ô, ô (com ritmo de "vamos a la playa...etc). Uma Agrale e uma Enxuta, pra secar a roupa. Pobre Maria Paula. Letti. Bebo por vocês. Vinho. De colônia. Dá dor de cabeça. Tomo Aspirina, depois. Por vocês. Tá ali nos links também. Leram minha matéria da cachaça? Domingo. Só matéria divertida. Por enquanto, só manchetes. Flashes. Vão ficando com minha irmã. Que foi "morar" em Buenos Aires. http://www.vida-intensa.blogspot.com/ . Tá nos links ao lado, também...

terça-feira, julho 01, 2008

... eu já disse pra vocês que a humanidade se divide entre os que usam e os que não usam bidê?