quarta-feira, maio 31, 2006

Mina mãe tinha 140 mil pontos acumulado. E eu, recém perdido o celular. Fechou todas. Fomos à Megastore Vivo.
- Qual celular podemos levar com esses pontos?
- Qualquer um.
- Nos vê o melhor.
- É esse aqui. Boa escolha!
Agora tenho o 6265 Nokia (sou meio fã da Nokia). Na primeira noite, dei pulinhos ao receber uma foto por bluetooth. Na segunda noite, magoei ao descobrir que meu celular não envia arquivos por bluetooth (só recebe). Há duas semanas, eu nem sabia o que era bluetooth. Quem foi que disse que a vida moderna e o capitalismo geram sempre novas necessidades e novas frustrações?
Ó, atendendo ao pedido de todos...
 
A Revista Dois Pontos chega a sua quarta edição com uma novidade. A 
publicação agora está disponível online. No entanto, os usuários que 
baixavam os arquivos para colecionar continuam tendo essa opção. O 
conteúdo pode ser visto ou baixado pelo site www.revistadoispontos.com.br.

sábado, maio 27, 2006

Número 4 da www.revistadoispontos.com.br

sexta-feira, maio 26, 2006

Que alegria!

Um almoço sob o sol de outono no Ventura, mirando os cães a passear na praça. Pratinho de moça, 221 gramas de tomate, tofu, brócoli, quiche de alho poró e mini bife de peito de frango. Um pouco de azeite, também. Só faltou um moleque para engraxar o sapato. Falando nisso, onde se compra cadarços novos?

quinta-feira, maio 25, 2006

Esses dias escrevi sobre a praça com a vista mais bonita de Porto Alegre. Pouco depois, estive na praça com a vista mais bonita de Porto Alegre. Estava abastecendo no Figueroa e resolvi só atravessar a rua e dar uma bizoiada. A primeira impressão não me surpreendeu. Eu bem que já esperava uma sujeira danada, de forma que apenas lamentei as dezenas de garrafas de cerveja da moçada que bebe maconha antes de ir para o Cord jogadas no chão. Tampouco a papelada espalhada na grama, fruto da pré-seleção para fins de reciclagem dos moradores de rua me causou impressão. Agora, uma coisa dilapidou meu coração. Nos últimos 20 anos, as árvores e os prédios cresceram um bocado e simplesmente a praça com a vista mais bonita de Porto Alegre não é mais a praça com a vista mais bonita de Porto Alegre.

quarta-feira, maio 24, 2006

Sabia que esta encuesta sobre cães ia render. Só lamento que as pessoas tenham cedido a modismos na hora de responder. Labrador é o cão da moda. Nem deveria estar ali. Assumiu o lugar dos dobermans e pastores alemães na década de 80. Falando sério, nada contra os labradores, mas para mim nem cachorro eles são. Estão mais para répteis, até nadadeiras têm. Sobre o método para responder à questão, eu sugiro um: imagine o primeiro cão que uma criança desenha. De que raça ele é? Pensando bem, acho que é tombálata mesmo, Cássia.
Bocejo é engraçado. Soluço, também.

sábado, maio 13, 2006

Qual vocês acham que é o cão símbolo de todos os cães?

A) Labrador (o do papel higiênico)
B) Dálmata (o dos 101)
C) Basset (um menino tava na rua, começou a chover, ele abriu o guarda-chuva, entrou em um bar, pediu duas fatias de pão, uma salsicha, dois ovos fritos e uma azeitona)
D) Fox Terrier (Barbosa e Milou Milou do Tintin)
E) Salsicha (Cofap)
F) Beagle (Snoppy)
G) Bull Terrier (eleito o cão quintessencial pelo livro Quintessence)

Votem aí
... um despretencioso filé à romana do Barranco. Tri bom.

segunda-feira, maio 08, 2006

- A manhã de segunda!

domingo, maio 07, 2006

E o que sobra ao final de um domingo inteiro enfurnado na redação?

sábado, maio 06, 2006

Extra, extra! Não há mais desculpa para não atualizar esta merda. Fantástico: agora posso postar por email. E podem apostar que vou. Ah, vou. Ah, estou. 
Aos desavisados. A Rafa está expondo na mostra Casa e Companhia. O ambiente: Banho da Menina. Quem puder passa lá.
A praça com a vista mais linda de Porto Alegre é também a mais abandonada, a mais escondida e talvez a mais perigosa. Fica na esquina da Casemiro de Abreu, em frente ao posto Figueroa e ao Ipa. Acho mesmo que já falei isso aqui. Mas a vida é assim mesmo, vem em ondas como o mar num induivinduinfinitu.

quinta-feira, abril 27, 2006


O Barbosa tem raiva. Ódio mesmo. Mortal. Do Ulisses, um rico dum labrador que vive a cinqüenta metros do apartamento dos meus pais. Quando o cão bota uma pata para fora do prédio onde mora, o meu cão enlouquece. Não importa o que esteja fazendo - se comendo, se dormindo, se mordendo pedras -, abandona a tarefa para ladrar contra o desafeto. Dependura-se na janela, treme, rosna. Late,late, late. Até o labrador se afastar. Incrível é que ele sente (fareja) o exato momento da saída do cachorro. A rua tem dono, deve pensar meu fox terrier. Temo, no entanto, que tanto ódio o esteja levando a loucura. Agora, já não é preciso o Ulises sair para o Barbosa pirar. Quando a empregada que leva o labrador para passear anda pela rua, sozinha, ele procede de maneira tão violenta quanto contra o própio cão. Difícil é imaginar tanta brabeza olhando esta foto meiga aí do lado.

Ah, o velho mundo. Sou louco por ele. Esta foto aí foi tirada pela Maria.
Fiz meu imposto de renda como a minha cara (será que blogs também podem cair na malha fina da Rceita?)
Aliás, saiu o número 3 da www.revistadoispontos.com.br
Meu apartamento é simples assim: tem quarto, sala e cozinha. Quando eu passo um bife , frito um nuggets, o quarto e a cozinha ficam infestados com o cheiro da fritura, e a sala - localizada entre os dois - não demonstra sequer vestígios da graxa.
... inexplicáveis correntes internas de vento. As mesmas que fizeram a vó Conceição acender aquele palito de fósforo ao lado do fogão (com o gás aberto há horas) e imediatamente ouvir tranqüila a explosão do vidro da sala.

terça-feira, abril 18, 2006

Meu primo Dinho agora é colunista do Terra. Acessem bastante lá pros caras acharem que ele é bom mesmo.

http://terramagazine.terra.com.br/ (clicar em colunistas, Fernando Eichenberg)