sexta-feira, setembro 25, 2009

Leitores e amigos. Organizei um portfolio online de matérias feitas no tempo de ZH. Estão convidados a passar lá e eleger as preferidas. http://www.slideshare.net/sebribeiro/

terça-feira, setembro 22, 2009

O Banco do Brasil está cada vez mais insuportável e louco. Vamos
atualizar a quantidade de senhas que eu devo decorar. Agora, descobri
que há MAIS UMA SENHA, de quatro dígitos, só para banco por telefone!
- Chave de acesso para banco por Internet
- Senha da chave de acesso
- Código de cadastramento do computador
- Senha do teclado virtual
- Senha de oito dígitos para Internet
- Senha numérica de seis dígitos de para cartão
- Senha de letras para cartão
- Senha de quatro dígitos para banco por telefone

segunda-feira, setembro 21, 2009


Como não sei se todo mundo leu, vou promover a post o comment da Heloisa, mãe do Aquiles. Vai assim, in natura, mesmo. Antes, aproveito para publicar uma foto fantástica dele e do João, uma relação de amor e ódio. Não se trata de denegrir a imagem do nosso amado ferino, mas só que o entende sabe que tudo isso era amor. E falo sério.

"Oba!!! Progressos com o pequeno João!!! Ainda bem que pode ter sido "teta", heheheheh Tem criancinha dizendo horrores, ahahahah... Progressos com o meu filho de pelúcia, Aquiles, ou melhor Monsenhor Aquiles de Briseida!!! Sabe, já tem 4 meses que estamos morando com o pequeno (digo num modo muito carinhoso), roliço e protuberante lorde! É uma verdadeira e alegre contenda pelo melhor espaço na cama (que ele sempre fica), com a perda de privacidade na hora do banho (agora tenho que tomar banho com a porta abaixo ou ela virá abaixo)... Aquiles faz coisas que até Deus duvida. Ameaça-lo com um velho chinelo já incapaz de provocar dor e pedir para ser agredido impiedosamente com patinhas bem abertas e unhas ultra afiadas, que ele não permite sejam cortadas. Talvez porque ele já sabe que elas causam cortes profundos e dor (como dói)! Gosto de contar as proezas do pequeno lorde! Escreveria um livro! Ah, cotonetes são bons para morder e não para serem usadas dentro dos marisquinhos (orelhas) de um gato e que este gato não seja eu, escreveria o Aquiles. Tenho que confessar que talvez vocês não reconheceriam o pequeno roliço. Virou um grande marginalzinho. Banho??? Só de língua e acima de 30°. Patas branquinhas feito neve? Só se ele caminhar na neve! Mas acho que ele vive feliz do seu jeito "in natura". É claro, dorme na minha cama, hehehehe Ele está muito saudável! Aliás, continua saudável e para mantermos o lordezinho relaxado assim, tenho que pegar a carteira de vacinações dele. Dio Santo, tenho medo de pensar no fatídico dia de levá-lo para ser vacinado. Agredirá médicos, estagiários e telefonista (e eu!!!). Eu sempre o perdoo, afinal, qual mãe não perdoaria um filho um pouquinho excentrico e temperamental. Eu amo o Aquiles e agradeço isso a vocês. Não esqueçam da carteira! Beijos em todos!"

Primeiro, foram os Bocaditos Punta Ballena que aportaram no Porto e conquistaram os Porto-Alegrenses. Mas logo vêm os oportunistas - no mau e no bom sentido, respectivamente: no shopping Iguatemi tem uma banca de um bocadito genérico e imitão produzido na Argentina, que não se deu ao trabalho nem de fazer um novo leiaute para a embalagem: é quase cópia do uruguaio. E a Neugebauer lançou o seu também, com um nome lá que eu não lembro. No próximo café, eu provo para dar o verediCto.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Vai dizer: Câmara Cascudo sabe tudo. Tudo.

E então, quando o sábado chegar, só o que eu quero é descansar. E passar uma semana sem escrever sequer uma linha. Brabo é saber se vai chegar...

quarta-feira, agosto 26, 2009

Telemarketing. 

- Boa tarde, Sebastião Ribeiro.

- Olá, Seu Sebastião, meu nome é Tatiane. Faço parte da empresa Angelus. Você conhece?

- Ahn... Deixa eu ver... Funerária???

- Sim, exatamente. Eu estou ligando para lhe oferecer um plano que vai passar mais segurança para o senhor e sua família.

- Ah, é? Como é isso?

- É o seguinte: por apenas R$ 40 por mês o senhor terá um seguro que garante funeral para o senhor, a sua esposa, dois filhos, dois sobrinhos, com todas as despesas pagas.

- Desculpe, não entendi. Como os sobrinhos entraram na história? São dois filhos OU dois sobrinhos ou dois filhos E dois sobrinhos?

- Os dois. Filhos e sobrinhos. E, se ocorre uma fatalidade, terão caixão ou cremação paga, coroa de flores, todo apoio na parte burocrática, de encaminhamento de documentos, túmulo em cemitério. Temos convênios com os melhores cemitérios de Porto Alegre. Santa Casa, São...

- Ah, é? Com túmulo para sempre? Digo, perpétuo?

- Não. Por três anos. Ah, e também temos convênios de atendimento médico.

- Como assim? Tipo plano de saúde? Em qualquer ocasião ou para emergências ligadas às dores da perda.

- É isso mesmo, algum atendimento de emergência nessa hora, com cardiologista, neurologista... Temos convênio com a clínica...

- Ah, bom. Mas, sabe que eu estou achando meio caro. R$ 40 por mês... Se eu colocar isso na poupança, espero que até acontecer (toc, toc, toc) alguma coisa, eu tenha mais condições.

- Mas o senhor veja, pagando R$ 40 por mês, em seis meses, por R$ 240, já teria todos os gastos cobertos em caso de fatalidade.

- Ah, não. Desculpa, mas eu não pretendo morrer daqui a seis meses. Mas muito obrigado. Vou avisar meus amigos sobre o plano.

- Boa tarde. Fique com meu telefone. 3072-3217.


terça-feira, agosto 25, 2009

A propósito: o Tribunal Parental decidiu que o pequeno João não disse teta. Quer dizer disse, mas não disse. Ou melhor, disse, mas não quis dizer. Ainda a espera pela primeira palavra.

segunda-feira, agosto 24, 2009

Eu preciso contar tudo aqui. Dizer que eu pedi as contas em ZH. Que eu abri uma agência de conteúdo, chamada Cartola. Explicar direito o que isso significa. Enfim.
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Mas hoje o que eu quero mesmo é contar que passei o fim-de-semana com a Rafitcha e o Little John em Bento Gonçalves. Na Pousada Don Giovanni (www.dongiovanni.com.br). Nossa, mó amor. Quero voltar muito. Da próxima vez, com amigos. E me hospedar na estrebaria, agora uma cabana, com uma banheira de hidro que dá direto para o potreiro das ovelhas. Vinhedos ao fundo, claro.
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Vou colocar uma fotitas aqui. O link completo para álbum da Web é http://bit.ly/Fg53k.
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Senhora Barp
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Queijos Hmmm Barp
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Quem vai podar?
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O Seu Basso
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Enquanto eles vão olhar
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E eu vou beber

sexta-feira, agosto 07, 2009

Hoje sonhei que morava na frente do Parcão. E que estava na janela, absorto com as cenas urbucólicas. Pois não é que estava o cão fila a descansar à beira do laguinho? Um cachorro lindo, baio, focinho preto babado de baba, os olhinhos fechados para melhor absorver os raios UVA e também os UVB. Quando vem o jacaré e - NHEC! - engole ele num só bote. Que coisa, heinhô. Diante disso, pombas e cágados são historinhas de ninar.

quinta-feira, agosto 06, 2009

A contenda aqui em casa é para ver qual palavra o João vai falar primeiro. Se papai, se mamãe, se Nicolau, o bicho de pelúcia preferido. Já comecei minha campanha há uns dois meses. Olho para ele, estralo os beiços e digo "papai". A reação foi imediata. Na primeira semana de aula, ele aprendeu a falar papapapapapapapa. Foi então convocado o júri familiar para decidir se aquilo era ou não uma referência ao progenitor, no caso, mim, digo, eu. Como não havia um vínculo direto entre papapapapapa e eu, ou seja, ele não repetia as sílabas quando estimulado ou ao me ver, meu pleito foi negado. Impetrei recurso, ainda em análise no Supremo Tribunal Paternal. Nesse ínterim, mamãe continuou com sua massiva campanha, também sob contestação judicial, devido ao abuso do poder leital. Mas mesmo toda a autoridade de quem o abrigou por nove meses não fez meu bebê dominar o complexo segredo do anasalado português. 
Nada de papai. Nada de mamãe. A primeira palavra que meu bebê parece ter dito foi: TETA. Sim, ele olhou para os melõ, ops, para os seios da mamãe e repetiu: tetatetateta. Por si só, como bem gizamos na exegese do caso papapapapapa, o pronunciamento das duas sílabas não constitui uma palavra. Mas, desta vez, meu pequeno foi além: ao ser estimulado a repetir a palavra teta, ele responde com fartura: "tetatetatetateta", tasca. Portadora dos melõ, ops, das tet, ops, dos seios, a Rafa advoga em favor do reconhecimento da pronúncia do que seria "a primeira palavra do João". De minha parte, aguardo novas ocorrências de concumitância entre o ato de observar melõ, ops, os armazéns de leite e a repetição da palavra teta, ou melhor, tetatetateta.  

terça-feira, agosto 04, 2009

Nunca na história deste blog, ele esteve tão abandonado. Por pouco tempo, prometo. Mas dando continuidade à programação do jornal Apneia Criativa, reproduzimos o obituário de ZH, lamentando o falecimento de dois eméritos vizinhos, com os quais infelizmente não tivemos o prazer de partilhar momentos de alegria e compadrio. Adeus, Focinho. Adeus, Pereta:

"Policial civil aposentado, Ilton Grandini costumava dizer que tinha três grandes amores, dois no futebol e um no samba: o Grêmio, o União Harmonia Futebol Clube, de Canoas, e a escola de samba Embaixadores do Ritmo. Aos 72 anos, Focinho, como era conhecido, morreu no dia 27 de junho, na Capital. Natural de Porto Alegre, ele morou no bairro Mont' Serrat, onde conquistou grandes amigos. Apesar do amor declarado pelas três agremiações, Grandini não escondia que nenhuma delas conseguia competir com a grande paixão, sua mulher, Ivone."

"Um dos primeiros moradores do bairro Mont' Serrat, na Capital, Luiz Pieretti começou a trabalhar ajudando seu pai a produzir e a vender hortifrutigranjeiros. Conhecido entre amigos como Pereta, ele morreu no dia 18 de julho, aos 94 anos, vítima de um infarto." 

quinta-feira, julho 23, 2009

Há duas horas tentando entender e acessar o "gerenciador financeiro" do Banco do Brasil. O troço é tão kafkiano que tem chave de acesso, senha da chave, código de cadastramento do computador, senha do teclado virtual, especificação de 1o ou 2o titular, sem contar número da conta e da agência... São ao todo 39 caracteres para inserir, Diante disso, o home banking Banrisul, com a sua senha de três letras, parece fichinha.

só eu nunca tinha visto o orgasmo da tartaruga (cagadãhn?)
Faz cinco dias que a mídia, ok, a RBS, só fala que estão vindo duas frentes frias ar-ra-sa-do-ras. Não houvesse o Bayard e o Lied, a hecatombe climática seria manchete permanente em ZH.Com. Ontem mesmo, eu ouvia toda uma explicação da meteorologista na Gaúcha. Dizia que naquela noite haveria rajadas de vento e temporal na Capital. Pois bem: até às 2h, foi uma bela noite primaveril, que me obrigou mesmo a tomar três Serramalte com os amigos na própria quadra de futebol. Cheguei a tirar a camisa para me sentir em Tramandaí. Na madrugada, caíram uns bons pingos, mas, de vento, quase nada. Como diz meu amigo De Santi, qualquer coisa menos do que Porto Alegre sem luz, sem Net, sem telhados e sem flocos hoje será prura frau(de). Será esta a segunda manifestação da maldição de Kuhn? A primeira foi no Katrina, que o taquara rachada disse que seria só um ventinho. Quem sabe agora o apocalipse previsto não será apenas uma brisa invernal? 

quarta-feira, julho 22, 2009

Dica da Clarissa Barreto: cartões de visitas divers.

quinta-feira, julho 16, 2009

Tem fotos lindas do João no álbum de aniversário da Pitá.

quarta-feira, julho 08, 2009

1986. Porto Alegre. Travessa Frederico Linck. Bazar Tokyo. Suprassumo da felicidade.

sexta-feira, junho 26, 2009

O JOão Marcelo Bôscoli, produtor musical, filho do comedorzinho aquele com a Elis Regina, fez duas frases ótimas sobre MIchael Jackson, em um especial do GNT do ano passado sobre o cinquentenário dele. Mais ou menos assim.

- O Michael Jackson é como aquela tia que gente ama, gosta muito, mas está lá, há tempos internada na Pinel, e a gente  tem pena.
- Michael Jackson é um refrigerante gelado.
O comentário da Thaís sobre o desentupimento da patente é tão genial que merece ser promovido a pôust.

"Da próxima vez tenta colocar uma sacola plástica sobre a abertura da privada cuidando para não deixar entrada de ar. Depois, baixa o assento e a tampa e dá descarga. Funciona sem necessidade de ameaças."

Agora já sei. Hoje mesmo vou ameaçar minha privada: "se a senhora resolver entupir de novo, se prepare. Não vou usar hesitar em usar a técnica do sufocamento por saco plástico". Aliás, essa recomendação é tão genial que quase me move a lançar uma cruzada científica como aquela do leite. Lembram que consultei pesquisadores sobre o porquê do leite fervido subir tanto na panela?